Dentro da programação neurolinguística começamos a compreender o que é o subconsciente, na verdade não. O subconsciente é um lugar tão ilógico e muito instintivo no que concerne entender como um lugar onde os pensamentos nascem. Existem várias mentes que se interpõem às tentativas de uma mente lógica se fixar, que podemos chamar de ego, e um subconsciente que tenta agir conforme os padrões armazenados, os modelos criados, e uma mente superior que nos direciona conforme o destinado. A psicanálise os chamam de instinto, [ego] e superego. Mesmo que as explicações sejam diferentes e parciais daquelas que se mostram através destes exercícios propostos tanto pela PNL quanto por terapias como as Constelações Familiares, etc. Perceba o quanto desconhecemos de nós mesmos:
Passamos por um período em que não fazíamos mais nada a não ser transes hipnóticos muito, muito profundos. Veio uma vez um homem dizendo que havia toda sorte de coisas interpondo-se em seu caminho para atingir a felicidade. Eu disse: "Você gostaria de me dizer quais são estas coisas?" E ele disse: "Não, eu quero entrar em transe e mudar tudo de uma vez, e é por isso que vim procurar hipnose". Portanto, aceitando seu comportamento, efetuei uma indução, coloquei-o num transe profundo, mandei embora sua mente consciente, e disse: "Quero falar em particular com sua mente inconsciente". Eu não tenho a menor ideia do que isso significa, porém, quando o dizemos às pessoas, elas o fazem. Elas conversam conosco e não é aquela que esteve falando antes, pois ela sabe de coisas que a primeira não sabia. Se eu criei essa divisão ou se ela já estava lá, não tenho ideia. Apenas pedi que ela acontecesse e recebi o que queria.
Neste caso particular, sua mente consciente – para expressá-lo do modo mais bonito possível – era oca. Entretanto, seus recursos inconscientes eram incrivelmente inteligentes.
Então eu disse: "O que quero saber de você, uma vez que você sabe dele muito mais do que eu, é quais são as mudanças necessárias em seu comportamento?"
A resposta que obtive foi: "Ele é um homossexual". "Qual é a mudança que ele precisa fazer?""Ele precisa mudá-la porque está toda baseada em cima de um erro".
"De qual erro?"
Foi a seguinte a explicação que obtive de sua mente consciente: a primeira vez que ele tivera a oportunidade de reafirmar-se fisicamente, em termos de tentar defender-se da violência, foi quando ele tinha cinco anos e tivera sido levado a um hospital para uma extração de suas amígdalas. Alguém colocou a máscara de éter em seu rosto e ele tentou empurrá-la para longe e lutar enquanto cedia ao peso do anestésico. A anestesia ficou ancorada à sensação de estar zangado. Depois disso, toda vez que ele começava a sentir-se zangado ou amedrontado, e começava a brigar contra alguma coisa, seu corpo amolecia. Em resultado disso, sua mente consciente decidiu que ele era um homossexual. Ele estava vivendo como homossexual há mais ou menos vinte e cinco anos.
Seus recursos inconscientes disseram: "Você não deve permitir que sua mente consciente saiba deste erro, porque saber disso irá destruí-lo". E eu concordei com isso. Não havia necessidade de que ele soubesse que durante vinte e cinco anos havia sido trapaceado em todos os seus relacionamentos. A única coisa importante era que ele deveria fazer uma mudança, porque ele queria se casar, mas não podia se casar com uma mulher porque sabia que era um homossexual. Sua mente consciente não iria de modo algum permitir-lhe a conscientização do fato de que havia cometido aquele engano, pois isso faria de sua vida inteira um engano, um erro e essa informação o destruiria por completo. Seu inconsciente queria dar-lhe a ilusão de que havia ultrapassado o.problema da homossexualidade e adquirido novos comportamentos.
Então, fiz um acordo com sua mente inconsciente de que ele iria florescer como pessoa heterossexual e fazer as mudanças como resultado de uma experiência espiritual. Sua mente inconsciente concordou que essa era a melhor forma de realizar a coisa. Ele se modificou sem nenhuma representação consciente tanto da sessão de hipnose quanto das mudanças que depois se deram. Ele acredita que a coisa foi resultado de uma experiência com drogas: fumou maconha e teve uma experiência cósmica. Ele pressupôs que foi a qualidade do fumo e não uma sugestão pós-hipnótica. Isto lhe serviu para realizar as mudanças que desejava.
Há muitas partes das pessoas que fazem esse mesmo tipo de coisa. Uma determinada parte não quer que a mente consciente saiba o que está se passando, porque acredita que esta não consegue enfrentar a informação e essa parte pode tanto estar certa quanto errada. Algumas vezes já trabalhei com pessoas com cujas partes entrei em acordo para que elas permitissem à mente consciente ir lentamente tomando consciência de alguma coisa, um pouco de cada vez, para descobrir se realmente essa mente consciente pode ou não enfrentar essa situação. E, em geral, essa parte descobria que a mente consciente poderia aceitar a informação. Em outras oportunidades, recebi um enfático "Não, de forma nenhuma irei fazer isso. Não quero que a mente consciente fique sabendo. Irei modificar todos os comportamentos, mas não irei informar nada disso à mente consciente". E as pessoas mudam mesmo. A maioria das mudanças ocorre de qualquer forma a nível inconsciente.
Sapos em Príncipes, Richard Bandler e John Grinder
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
019 - sapos em príncipes P2
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
018 - biologia da crença - bruce lipton P6
Agora que o DNA havia atingido o status de super-estrela da ciência, o desafio seguinte era criar um catálogo de todas as estrelas genéticas no firmamento humano. Iniciou-se, então, em 1980, o projeto Genoma Humano, um esforço científico global para classificar todos os genes de nossa composição orgânica.
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Tratava-se de um projeto ambicioso e de grandes proporções. Convencionou-se que o corpo precisava de um gene-modelo para cada uma das 100 mil proteínas que compõem nosso corpo e também de mais 20 mil genes reguladores para orquestrar a atividade de codificação das proteínas. Os cientistas concluíram que o genoma humano deveria conter um mínimo de 120 mil genes entre nossos 23 pares de cromossomos.
Mas não era só isso. Parecia que os cientistas estavam no meio de uma piada cósmica, o tipo daquela que acontece sempre que alguém acha que descobriu os segredos do universo. Imagine o impacto que Nicolau Copérnico causou ao anunciar em 1543 que a Terra não era o centro do universo como pensavam os cientistas-teólogos da época. O fato de que era a Terra quem gravitava ao redor do Sol e o de que nem mesmo o Sol era o centro do universo colocaram em xeque os ensinamentos da Igreja. As descobertas de Copérnico deram início à revolução científica ao desafiar o conceito de "infalibilidade" da Igreja e fizeram com que a ciência a substituísse como fonte de conhecimento e de descoberta dos mistérios do universo.
Os geneticistas também tiveram um grande choque ao descobrir que, ao contrário de sua estimativa de 120 mil genes, o genoma humano tem apenas 25 mil (Pennisi, 2003a e 2003b; Pearson, 2003; Goodman, 2003). Mais de 80 por cento do que se presumia ser DNA simplesmente não existe! A falta desses genes causou mais impacto do que se poderia supor. O conceito de gene e proteína únicos era o princípio básico do determinismo genético. Com isso, o projeto Genoma Humano veio abaixo e todos os nossos conceitos sobre o funcionamento básico da vida tiveram de ser revistos. Não era mais possível continuar acreditando que a engenharia genética iria resolver todos os dilemas biológicos. Não há genes suficientes para compor um quadro tão complexo quanto a vida ou as doenças humanas.
O verme primitivo Caenorhabditis serve de modelo perfeito para o estudo do papel dos genes no desenvolvimento e no comportamento dos seres. E um organismo que cresce e se desenvolve com muita rapidez, tem um corpo de padrão preciso composto de exatamente 969 células e um cérebro muito simples de 302 células.
No entanto, apresenta um repertório único de comportamento e é bastante dócil para o trabalho em laboratório. Têm aproximadamente 24 mil genes (Blaxter, 2003). O corpo humano, composto de mais de 50 trilhões de células, contém apenas 1500 genes a mais que este microscópico e humilde ser.
A mosca-das-frutas, outro espécime preferido dos cientistas para este tipo de estudo, possui 15 mil genes (Blaxter, 2003; Celniker et al., 2002). Portanto, esta pequena mosca, de organismo muito mais complexo, tem nove mil genes a menos que o primitivo verme Caenorhabditis. E quando se trata de comparar homens e ratos a situação é ainda mais crítica. Teremos de passar a tratá-los com mais dignidade, pois os resultados dos projetos genoma paralelos revelam que humanos e roedores têm aproximadamente o mesmo número de genes!Biologia da Crença. Bruce H. Lipton.
O vídeo a seguir "The Living Matrix" apresenta um resumo das teorias – comprovadas – que aparecem no livro de Lipton. Alias este documentário vai além, mostrando o que o Dr. Eric Pearl chama de Cura Reconectiva, que será assunto em breve.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
017 - a verdade da vida v5.146
Abandone o "é preciso ser assim..."
Achar que "tem de ser desta ou daquela maneira" é obstinação da inteligência superficial. A pessoa estabelece uma lei e passa a ter a obstinação de que "precisa ser de tal maneira". E por causa disso, se ela desrespeitar um pouquinho essa lei, o seu corpo ou se enfraquece, ou fica doente. Porém, quando abandona a obstinação com que está segurando algo na mente, a pessoa obtém a liberdade que é inata ao ser humano — descobre o seu "eu originariamente livre", que pode viver sem regras pré-estabelecidas. Quando a sra. Kudo compreendeu que "o homem consegue viver mesmo sem comer", antiteticamente a comida que parava no esôfago começou a passar para o estômago. Aqui está o segredo para vivificar a Vida do homem — a fórmula secreta para curar todas as doenças: no momento em que deixam de existir todos os "é preciso...", é recuperada a liberdade da Vida, que estava sendo tolhida pelo "é preciso..." feito pela própria pessoa.
A esposa daquele professor secundário que há pouco mencionei curou-se em três dias da doença que o médico dissera requerer dois anos de repouso no litoral, quando ofereceu todo o patrimônio e o próprio marido a Deus, desfez-se da obstinação com que pensava "precisa ser assim", e abandonou todos os juízos da sabedoria superficial do homem, declarando que jamais se queixaria, aconteça o que acontecer. Aparentemente, as doenças dessas duas senhoras foram curadas por diferentes tipos de despertar espiritual, mas na verdade foi o mesmo.
Como a pessoa decide tudo segundo seu juízo de que "precisa ser assim", quando não acontece assim, surgem as queixas, surge o medo, e, como reflexo da mente que perdeu a calma, ocorre a estagnação da corrente sanguínea, ou produzem-se toxinas no sangue. Mas quando se desfaz essa obstinação de que "precisa ser assim", mesmo que não ocorra o esperado, não surgem nem a queixa nem o medo; consequentemente, a mente se toma dócil, a Vida adquire a liberdade e recupera a saúde.
A respeito do tempo de sono do homem, por exemplo, no ensino de fisiologia da escola antiga, ministrava-se a lei autorrestritiva de que "O homem precisa dormir oito horas por dia". As pessoas que receberam essa educação escolar muitas vezes ficavam presas a essa lei feita pelo próprio homem e, quando se desviavam dessa norma, eram castigadas pelo seu próprio subconsciente e ficavam cansadas ou doentes. No momento em que o indivíduo rompe a lei autorrestritiva do "precisa", inventada pelo homem, desaparecem do seu subconsciente as prescrições do tipo "se não proceder assim, ficarei enfraquecido ou serei condenado à doença"; portanto, ele já não ficará debilitado nem contrairá doença, mesmo sem tomar providência alguma.
Eu conheço um estudante secundário que teve pleurite tempos atrás. Acreditando não ser capaz de resistir a uma sobrecarga de estudos porque tivera pleurite, esse estudante já tinha desistido de continuar os estudos, quando teve contato com a Seicho-No-le e aprendeu que "o homem é filho de Deus, é isento de doença, e seu corpo não precisa de tempo determinado de sono.
O 'precisa' é uma lei que o homem fixou voluntariamente em seu pensamento; portanto, se romper esse 'precisa' com a mente, não se cansará por menor que seja o período de sono". Depois disso, esse estudante adquiriu confiança em sua saúde e, decidindo recuperar o tempo perdido e ingressar numa escola de nível superior, passou a estudar todos os dias até duas ou três horas da madrugada. Acordava às 6 horas e, tomando a refeição matinal apressadamente, corria para a escola. Assim, ele passou a levar uma vida sobrecarregada e não condizente com a lei da saúde, de acordo com o senso comum. No entanto, essa sobrecarga não prejudicava nem um pouco a sua saúde e, ao contrário, ele foi aumentando de peso cada vez mais. Por isso, os seus colegas comentavam: "O seu corpo é incrível! Quando não dorme, fica mais saudável e engorda mais!" De fato, ele estava se comportando contra a "lei da saúde" comum.
Entretanto, originariamente, Deus não determinou nenhuma lei da saúde que deva ser seguida à risca. Trata-se de uma lei da saúde do mundo humano que a mente da pessoa fixou; portanto, se a mente dela decidir "A partir de hoje, vou determinar como lei o seu inverso", o "inverso da lei da saúde" é que passa a ser a lei.
Para esse estudante, foi-se tomando lei da saúde estudar até duas ou três horas da madrugada, em vez de dormir longas horas de sono improdutivo. Em suma, isso aconteceu porque ele conheceu a Verdade pregada pela Seicho-No-le e, dando uma reviravolta, criou em sua mente uma nova lei da saúde segundo a qual "o homem fica mais saudável quanto mais estuda". No momento em que a pessoa, abolindo a lei da saúde do "precisa ser" criada pela obstinação de sua mente, conhecer a Verdade de que "sem precisar ser desta ou daquela maneira o homem já é sadio", conquistará o verdadeiro princípio da saúde.Bem, voltemos ao assunto anterior: enquanto a sra. Kudo segurava na mente a corriqueira lei da saúde de que "o ser humano precisa comer, caso contrário não consegue viver", mesmo que ela ingerisse alimento, devolvia-o e não passava nada para o estômago; mas, ao conhecer a Verdade de que "o homem não vive graças à comida, mas sim graças à Vida de Deus" lendo repetidamente durante um mês os dois exemplares da revista Seicho-No-le, abandonou totalmente aquela "lei da saúde" e, ao contrário, curou-se do câncer e o estômago passou a receber os alimentos.
Aqui está a A Verdade da Vida que devemos conhecer. Às vezes surgem questões como: "Então, se o homem não é mantido pelo alimento, ele não precisaria comer nada, não?". Mas o certo não é a pessoa comer em razão da ideia fixa de que "se não comer, não poderá sobreviver", mas sim pela ideia de que "o alimento lhe chega naturalmente à boca, obedecendo ao fluir da Vida de todo o Universo, sem precisar de artifício algum". Quando é assim, come-se mas ao mesmo tempo não se está comendo; não se está lutando desesperadamente por comer.
A esposa daquele professor de curso secundário já mencionado curou-se quando decidiu "entregar tudo a Deus até o patrimônio e o próprio marido" e, embora continuasse possuindo-os, resolveu reconhecer que não era seu egoísmo pessoal que os possuía. É tudo a mesma coisa: Comer sem comer, possuir sem possuir. Isto se torna evidente quando se compreende que a matéria é originariamente "nada", e que este Inundo material é uma ilusão.Voltando o caso da sra. Kudo, o sr. Katsumi Sato, apôs ter sido avisado pelo médico de que ela não viveria além daquele inverno, ficou na expectativa do aviso de sua morte quando chegou o auge do inverno. Não é que ele estivesse desejando a morte da sra. Kudo, mas estava se preparando para isso. No entanto, ficou sabendo por uma carta dela que tinha se curado lendo a revista Seicho-No-le e que, com a saúde recuperada, ela estava traba-lhando ativamente, fato que o surpreendeu. Curioso em conhecer essa revista que só de se ler cura a doença desenganada pela medicina, escreveu à sra. Kudo dizendo que desejava lê-la, e ela mandou-lhe aquela revista Seicho-No-Ie. O sr. Sato, ao lê-Ia, ficou ainda mais surpreso (os artigos publicados na revista Seicho-No-le daquela época estão compilados no atual livro sagrado A Verdade da Vida). O sr. Sato antigamente seguia o cristianismo, e ultimamente vinha seguindo a filosofia da Sutra de Lótus, como o mais elevado ensinamento de Sakyamuni. Porém, o ensinamento da Sutra de Lótus era extremamente sutil e ele não conseguia compreendê-lo de maneira clara.
No entanto, ao ler a revista Seicho-No-le, ao mesmo tempo que se esclareciam todas as Verdades de difícil compreensão da Sutra de Lótus (mais tarde, o sr. Sato se empenhou no estudo comparativo da Sutra de Lótus com A Verdade da Vida, e publicou A Interpretação da Sutra de Lótus), compreendia-se de maneira perfeita o significado das palavras da Bíblia que ele antigamente seguia.
E ficou admirado com o fato de a religião estar sendo apresentada não como simples ensinamento para o espírito, mas de modo a possibilitar que o despertar espiritual seja aplicado no cotidiano. Anteriormente falei do casal que se reconciliou depois que conheceram a Seicho-No-Ie e compreenderam que a seita Temi e a seita Shin, na essência, pregavam a mesma Verdade; porém, no caso do sr. Sato, ficou comprovado que a Seicho-No-le revela a essência da Sutra de Lótus e a verdadeira doutrina do cristianismo.
Creio que com isso ficou claro que a Seicho-No-Ie não está preocupada em se afirmar como mais uma seita; por isso, pode ser introduzida em qualquer religião, e as pessoas de qualquer religião podem aderir à Seicho-No-le, sem abandonar a sua religião.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
016 - as sete leis espirituais do sucesso
Como ter sucesso? É possível obter a prosperidade através da doação? O que é carma e como atua em nossa vida? Como desapegar de coisas que nos proporcionam uma falsa segurança? Leia sobre as Sete Leis Espirituais para a obtenção de sucesso em sua vida.O sucesso na vida pode ser definido como “a expansão contínua da felicidade e a realização progressiva de objetivos que sejam compensadores”. O sucesso, que inclui a criação de riquezas, só é considerado possível com a participação de outras pessoas.Existem muitos aspectos para se obter o sucesso e os bens materiais são apenas um dos seus componentes. Não podemos nos esquecer que o sucesso também reside na boa saúde, na disposição e energia, no entusiasmo pela vida, nos relacionamentos compensadores e na paz de espírito.Como definir as Leis Espirituais?Entende-se por Lei Espiritual “o processo pelo qual o não-manifesto torna-se manifesto”, ou seja, aquele que transforma algo. Tudo o que podemos perceber pelos sentidos pode ser transformado. As leis espirituais representam o processo da divindade em movimento ou “a consciência em movimento”. Ao compreender essas leis e aplicando-as em nossa vida, é provável que qualquer coisa que desejamos possa ser criada. Conheça a seguir as sete leis espirituais do sucesso.1° Lei: Lei da Potencialidade PuraEssa Lei se apoia no fato de que somos “consciência pura”, ou seja, abertos a todas as possibilidades. Significa “conhecer-se de verdade” e não ser o que os outros desejariam que você fosse. Quando sua alma está imune à crítica e não teme os desafios, você passa a atrair não só as coisas que mais deseja, mas também as pessoas, situações e circunstâncias que possam lhe interessar.Como aplicar essa lei? Além de fazer uso da plena criatividade, evite o julgamento (inclui o religioso) e se entregue diariamente aos momentos de silêncio. A quietude é o primeiro requisito para que seus desejos se manifestem. Dessa maneira, você terá uma pista sobre seus relacionamentos, que funcionam como um reflexo da sua personalidade.2° Lei: Lei da DoaçãoNo universo nada é estático e opera através de trocas dinâmicas. Qualquer interrupção nessa circulação de energia significa o mesmo que cessar o fluxo do sangue. Praticar essa lei é muito simples: se quer alegria, dê alegria aos outros. Se você deseja o amor, aprenda a dar amor. Anseia-se por atenção, aprenda a dar atenção. Se quiser bens materiais, ajude os outros a se tornarem bem sucedidos. A mera ideia de ajudar ou oferecer algo em troca – até mesmo uma oração, tem o poder de afetar a vida das pessoas.3° Lei: Lei do CarmaA palavra carma significa “o conjunto das ações dos homens e suas consequências”. É a causa e efeito simultaneamente, porque toda ação gera uma força energética que retorna para nós da mesma forma. Carma implica em escolha e ações conscientes. Portanto, a melhor maneira de entender e utilizar ao máximo a lei do carma é ficar conscientemente alerta para as escolhas que você faz a todo o momento. Quer você goste ou não, tudo o que acontece é resultado das escolhas feitas no passado. Se a sua vida não vai bem, pergunte a si mesmo: “Qual a mensagem que o universo está me transmitindo”? Portanto, seja um gerador consciente para obter mais felicidade e sucesso.4° Lei: A Lei do Mínimo EsforçoEssa Lei se fundamenta no fato de que a inteligência da natureza funciona com tranquilidade, facilidade e sem ansiedade. Portanto, desarme-se da necessidade de convencer ou persuadir os outros sobre seu ponto de vista. Esse é o princípio da mínima ação, da não resistência. O mínimo esforço é feito quando suas ações não anseiam em ter o poder sobre as pessoas. Em “A arte de sonhar”, Carlos Castañeda escreveu: “Nossa energia é usada para sustentar a nossa empáfia. Se conseguíssemos perder um pouco disso, liberaríamos nossa energia que tenta preservar a noção ilusória de grandeza e teríamos energia sobrando para vislumbrar a verdadeira grandeza do universo”.5° Lei: Lei da Intenção e do DesejoA mudança acontece através de dois fatores: a atenção e a intenção. A atenção energiza e a intenção, transforma. Quando você concentra sua atenção em alguma coisa, ela fica mais forte na sua vida. Quando a afasta, ela desaparece. A intenção organiza a realização do seu desejo e o universo irá cuidar dos detalhes.Suas intenções e desejos liberados no espaço silencioso têm um grande poder para a obtenção de um bom resultado.6° Lei: Lei do DistanciamentoA sexta Lei Espiritual se refere ao desapego. As pessoas buscam constantemente segurança. O apego está baseado no medo e insegurança derivados da pobreza da consciência. A segurança é algo muito efêmero e sua busca, ilusão. Por mais estranho que pareça, a incerteza é um terreno fértil para a criatividade e a liberdade. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades, que está contido nos problemas que você tem na vida.7° Lei: Lei do DarmaA palavra Darma vem do sânscrito e significa “propósito de vida”. Segundo a Lei do Darma, assumimos uma forma física para cumprir um propósito na vida. De acordo com essa lei, cada pessoa tem um talento singular e uma maneira única de expressá-lo, já que existe algo que você consegue fazer melhor do que qualquer um.
Não somos seres humanos que têm experiências espirituais. Ao contrário, somos seres espirituais que tem experiências humanas. Se desejar fazer pleno uso da Lei do Darma, deverá assumir alguns compromissos, entre eles, ficar atento as seis Leis Espirituais anteriormente descritas.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
015 - a verdade da vida, vol5
A missão originária da religião
Acredito que a missão originária da religião deva ser a de reconciliar os homens entre si. Mas, se as religiões, em vez de desempenharem a função reconciliadora, acabaria fazendo com que os homens briguem entre si, é porque estão teimando num ensinamento e não conseguem ver a virtude de outros ensinamentos. Porque acham que só suas próprias pregações são boas, insistem nelas, não conseguem ver a virtude das demais e veem-se forçadas a brigar entre si.
Dizem que a religião salva, mas o que significa "salvar"? Não é ser levado para um lugar onde há provisão material completa, chamado "Céu", nem ser transportado para um ambiente repleto de belos ornamentos, chamado "Paraíso". É recuperar a "liberdade infinita" inata ao homem. A "liberdade" é uma palavra moderna, mas em linguagem búdica, que vem desde a Antiguidade, seria gedatsu (emancipação). O oposto de gedatsu é chamado "impedimento", "obstinação" ou "apego", e refere-se ao ato de fanatizar-se, prender-se a alguma coisa e tornar-se aprisionado por ela.
Quando se fanatiza e se prende a algo, a pessoa já deixa de ser livre, entra em conflito com tudo que a cerca e nada se resolve com facilidade. Alcançando o gedatsu (emancipação), isto é, desfazendo a obstinação, a "Vida" dessa pessoa se torna verdadeiramente livre; e essa verdadeira libertação da "Vida" contida no próprio homem chama-se salvação.
Ainda que uma pessoa seja colocada dentro de um palácio luxuoso denominado Céu ou Paraíso, se na Vida dessa pessoa houver algum aprisionamento, por mais que o ambiente seja ótimo, ela sofre afobando-se e irritando-se; em última análise, não está salva. E, como o fundador de cada religião elaborou sua respectiva doutrina com o intuito de dar liberdade a essa "Vida" do homem, qualquer que seja a religião à qual a pessoa se filie, se essa pessoa se aprofundar em sua essência, conquistará a "liberdade da Vida" — isto é, será realmente salva. Porém, acontece que, surgindo uma, duas, várias pessoas que vão se salvando por meio dessa religião, na maioria dos casos tende a nascer um preconceito de que, se não for através dessa religião, não poderá ser salvo; que, por intermédio de outra religião, não se salvará.
Por exemplo, enquanto os cristãos apregoam veementemente que "se não for pelo cristianismo não haverá salvação", frequentemente seus vizinhos monges budistas, trajando túnicas (kesa), replicam: "Se não for pelo budismo, o homem não será salvo". Nessas ocasiões, se perguntarmos ao pregador do cristianismo que está falando mal do budismo "Até que ponto você estudou sobre o budismo?", ele ficará embaraçado e não conseguirá responder.
Masaharu Taniguchi.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
014 - introdução à PNL P2
O mundo é tão vasto e rico que temos que simplificá-lo para dar lhe sentido. A elaboração de um mapa é uma boa analogia para o que fazemos. É assim que percebemos o mundo. Os mapas são seletivos, incluem algumas informações e excluem outras, mas são valiosos na exploração do território. O tipo de mapa que traçamos depende daquilo que observamos e de para onde queremos ir.
O mapa não é o território que ele descreve. Prestamos atenção aos aspectos do mundo que nos interessam e ignoramos outros. Certa vez, um homem perguntou a Picasso por que ele não pintava as pessoas como elas eram na realidade.
Picasso ficou surpreso: "Não entendo o que quer dizer", respondeu.
O homem mostrou uma fotografia de sua mulher. "Veja", disse, "como essa foto. Minha mulher é exatamente assim."
Picasso pareceu duvidar. "Ela é bem pequena, não acha? E talvez um pouco achatada?"
Se um artista, um lenhador e um botânico passearem pela mesma floresta, suas experiências serão muito diferentes. Cada um observará aquilo que lhe interessa. Se alguém procura excelência, encontrará excelência.
Se alguém procura problemas, encontrará problemas. Ou, como diz o ditado árabe, "A aparência do pão depende da fome".
Crenças, percepções e interesses limitados empobrecem o mundo, tornando-o previsível e insípido. Este mesmo mundo pode ser muito rico e estimulante. A diferença não está no mundo, e sim nos filtros por meio dos quais o percebemos.
[...]
Todos nós temos filtros naturais, úteis e necessários. A linguagem é um filtro. É um mapa dos nossos pensamentos e experiências que está um nível abaixo da realidade. Pense no que significa para você a palavra "beleza". Sem dúvida, você deve ter lembranças e experiências, imagens internas, sons e sensações que o fazem entender o que significa esta palavra. Outra pessoa terá lembranças e experiências diferentes e perceberá a palavra de outra maneira. Quem está certo? Ambos estão certos, cada um dentro da sua própria realidade. A palavra não é a experiência que ela descreve, mas as pessoas lutam e às vezes morrem acreditando que o mapa é o território.
Palavras podem nos colocar em estados positivos ou negativos; são âncoras para uma série complexa de experiências. Portanto, a única resposta à pergunta "O que significa realmente uma palavra?" é "Para quem?" A linguagem é um instrumento de comunicação, e portanto as palavras significam aquilo que as pessoas convencionam que elas signifiquem.
E uma maneira de comunicar experiências sensoriais. Sem a linguagem, não existiria a sociedade como a conhecemos.
[...]
Mas não compartilhamos exatamente o mesmo mapa. Cada pessoa vivência o mundo de uma maneira muito específica.
As palavras não têm um sentido inerente, como fica claro quando ouvimos uma língua estrangeira que não compreendemos. Damos sentido às palavras por meio de associações ancoradas a objetos e experiências no decorrer da nossa existência. Nem todas as pessoas veem os mesmos objetos ou têm as mesmas experiências. O fato de outras pessoas terem mapas e significados diferentes é que dá riqueza e variedade à vida. Todos concordamos com o significado da palavra "pudim" porque todos já compartilhamos a visão, o cheiro e o paladar do pudim. Mas discutiremos bastante a respeito do significado de algumas palavras abstratas, tais como "respeito", "amor" e "política". As possibilidades de confusão são imensas. Essas palavras particularmente são como o teste Rorschach, cujas imagens têm significados diferentes, dependendo da pessoa. Isto sem mencionar coisas como a falta de atenção, de empatia, de clareza, ou a incapacidade mútua para compreender algumas ideias.
Como sabemos que compreendemos outra pessoa? Quando damos significado às palavras que ela usa — nosso significado, não o significado dela. E não há garantia de que esses dois significados sejam iguais. Como damos sentido às palavras que ouvimos? Como escolhemos palavras para nos expressar? E como as palavras estruturam nossas experiências?
Introdução à programação Neurolinguística, Joseph O’Connor
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
013 - dieta da informação por Max Velati
Por Max Velati*
O tédio não é um sentimento específico de perda ou uma depressão periódica. O tédio é resultado de um dispositivo da Máquina, o efeito devastador de um sistema concebido para destruir o "significado". Se o caro leitor está chegando agora, leia "Máquina" como o nome de todas as contradições nocivas do Progresso.
Quando ainda não havia a escrita, a transmissão do conhecimento ocorria por meio da Tradição Oral. Era uma responsabilidade do mestre conferir se a experiência de transmissão da cultura estava em andamento do modo correto. Ele precisava ter certeza de que o discípulo havia de fato recebido, guardado na memória e sobretudo, interpretado todos os valores fundamentais. A cadeia de transmissão de conhecimento dependia então do significado para prolongar-se no tempo como um organismo vivo.
A Máquina nos educou com métodos sutis.
Não percebemos, mas aprendemos a dispensar a cultura, a experiência, a memória e o significado. De um certo modo, aprendemos a dispensar a realidade.
A cultura não é mais transmissora de significado de geração para geração, e a memória - como disse antes aqui no Rota de Fuga - é um produto que compramos em loja de computadores. A cultura - que antes da escrita era a posse da soma de significados - hoje é apenas um conteúdo raso para consulta rápida; balas e doces coloridos de fácil digestão que recheiam todo o tipo de produtos eletrônicos.
Do período que estamos acordados, cerca de 1/4 passamos diante da televisão e este percentual encarando uma tela que pisca aumentou muito depois da Internet. O sucesso da Máquina é tal que ficamos felizes em ocupar o maior tempo possível com todas as variações de entretenimento. Fomos educados a preencher o Vazio com o Nada, treinados a anestesiar o discernimento na certeza de que estamos ativos e sábios porque estamos processando informações.
Processar informações parece uma atividade importante, mas do modo como ocorre hoje é um exercício nocivo e nos desvia do caminho da mente saudável. A prova deste desvio é que não queremos mais valores, queremos sensações e estímulos; não queremos mais experiências, queremos informação.
As evidências falam por si mesmas: as relações humanas hoje ocorrem virtualmente, sem a necessidade da experiência do contato. A educação dispensa a presença do mestre, o namoro dispensa os corpos e a amizade dispensa o abraço. A vida "real" dispensa a realidade e assim sobrevivemos com uma dieta pobre de significado. Neste processo, as informações precisam ser apenas "estimulantes", preparadas para consumo imediato dos sentidos e sem nenhuma necessidade de interpretação.
Estímulos e sensações precisam ser renovados em ciclos rápidos, pois têm vida curta. O mesmo acontece com os aparelhos que servem de suporte para este sistema e basta observar como todas as maravilhas da tecnologia ficam obsoletas em ciclos cada vez menores.
A vida sem nenhum significado é insuportável. A Máquina sabe disso e onde não existe um significado é preciso inserir algo parecido. A Máquina sabe que uma informação bem construída se parece muito com um significado, mas esta dieta artificial nos adoece. A causa da doença é que uma informação bem estruturada é apenas uma explicação e não têm o valor nutritivo de um significado, pois este só existe quando ocorre uma interpretação.
Estamos vivendo há muito tempo com explicações que se amontoam, mas sem nenhum significado real ou transcendente. Sofremos com esta Dieta de Informação porque estamos perdendo a habilidade de interpretar e discernir. O tédio é um sintoma claro de uma doença que no fundo é uma desnutrição provocada por uma alimentação deficiente de thauma. Já contei aqui no Rota de Fuga que thauma é uma valiosa experiência de espanto-reverência que nos protege da Máquina tanto quanto o significado nos protege do tédio.
Não precisa acreditar em mim. Não sou o único fazendo soar este alarme e a sirene está ligada faz tempo:
"O homem moderno crê experimentalmente ora neste, ora naquele valor, para depois abandoná-lo; o círculo de valores superados e abandonados está sempre se ampliando; cada vez mais é possível perceber o vazio e a pobreza de valores. O movimento é irrefreável(...). A História que estou relatando é a dos próximos dois séculos". Friedrich Nietzsche - Fragmentos Póstumos - datados de1885/1887*Max Velati trabalhou muitos anos em Publicidade, Jornalismo e publicou sob pseudônimos uma dezena de livros sobre Filosofia e História para o público juvenil. Atualmente, além da literatura, é chargista de Economia da Folha de São Paulo.
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