www.meioshabeis.blogspot.com.br/p/podcast.htmlwww.meioshabeis.blogspot.com.brwww.livrosqrespiram.blogspot.com.br

domingo, 9 de fevereiro de 2014

017 - a verdade da vida v5.146

Abandone o "é preciso ser assim..." 

Achar que "tem de ser desta ou daquela maneira" é obstinação da inteligência superficial. A pessoa estabelece uma lei e passa a ter a obstinação de que "precisa ser de tal maneira". E por causa disso, se ela desrespeitar um pouquinho essa lei, o seu corpo ou se enfraquece, ou fica doente. Porém, quando abandona a obstinação com que está segurando algo na mente, a pessoa obtém a liberdade que é inata ao ser humano — descobre o seu "eu originariamente livre", que pode viver sem regras pré-estabelecidas. Quando a sra. Kudo compreendeu que "o homem consegue viver mesmo sem comer", antiteticamente a comida que parava no esôfago começou a passar para o estômago. Aqui está o segredo para vivificar a Vida do homem — a fórmula secreta para curar todas as doenças: no momento em que deixam de existir todos os "é preciso...", é recuperada a liberdade da Vida, que estava sendo tolhida pelo "é preciso..." feito pela própria pessoa. 


A esposa daquele professor secundário que há pouco mencionei curou-se em três dias da doença que o médico dissera requerer dois anos de repouso no litoral, quando ofereceu todo o patrimônio e o próprio marido a Deus, desfez-se da obstinação com que pensava "precisa ser assim", e abandonou todos os juízos da sabedoria superficial do homem, declarando que jamais se queixaria, aconteça o que acontecer. Aparentemente, as doenças dessas duas senhoras foram curadas por diferentes tipos de despertar espiritual, mas na verdade foi o mesmo. 

Como a pessoa decide tudo segundo seu juízo de que "precisa ser assim", quando não acontece assim, surgem as queixas, surge o medo, e, como reflexo da mente que perdeu a calma, ocorre a estagnação da corrente sanguínea, ou produzem-se toxinas no sangue. Mas quando se desfaz essa obstinação de que "precisa ser assim", mesmo que não ocorra o esperado, não surgem nem a queixa nem o medo; consequentemente, a mente se toma dócil, a Vida adquire a liberdade e recupera a saúde.

 
A respeito do tempo de sono do homem, por exemplo, no ensino de fisiologia da escola antiga, ministrava-se a lei autorrestritiva de que "O homem precisa dormir oito horas por dia". As pessoas que receberam essa educação escolar muitas vezes ficavam presas a essa lei feita pelo próprio homem e, quando se desviavam dessa norma, eram castigadas pelo seu próprio subconsciente e ficavam cansadas ou doentes. No momento em que o indivíduo rompe a lei autorrestritiva do "precisa", inventada pelo homem, desaparecem do seu subconsciente as prescrições do tipo "se não proceder assim, ficarei enfraquecido ou serei condenado à doença"; portanto, ele já não ficará debilitado nem contrairá doença, mesmo sem tomar providência alguma. 

Eu conheço um estudante secundário que teve pleurite tempos atrás. Acreditando não ser capaz de resistir a uma sobrecarga de estudos porque tivera pleurite, esse estudante já tinha desistido de continuar os estudos, quando teve contato com a Seicho-No-le e aprendeu que "o homem é filho de Deus, é isento de doença, e seu corpo não precisa de tempo determinado de sono. 

O 'precisa' é uma lei que o homem fixou voluntariamente em seu pensamento; portanto, se romper esse 'precisa' com a mente, não se cansará por menor que seja o período de sono". Depois disso, esse estudante adquiriu confiança em sua saúde e, decidindo recuperar o tempo perdido e ingressar numa escola de nível superior, passou a estudar todos os dias até duas ou três horas da madrugada. Acordava às 6 horas e, tomando a refeição matinal apressadamente, corria para a escola. Assim, ele passou a levar uma vida sobrecarregada e não condizente com a lei da saúde, de acordo com o senso comum. No entanto, essa sobrecarga não prejudicava nem um pouco a sua saúde e, ao contrário, ele foi aumentando de peso cada vez mais. Por isso, os seus colegas comentavam: "O seu corpo é incrível! Quando não dorme, fica mais saudável e engorda mais!" De fato, ele estava se comportando contra a "lei da saúde" comum. 

Entretanto, originariamente, Deus não determinou nenhuma lei da saúde que deva ser seguida à risca. Trata-se de uma lei da saúde do mundo humano que a mente da pessoa fixou; portanto, se a mente dela decidir "A partir de hoje, vou determinar como lei o seu inverso", o "inverso da lei da saúde" é que passa a ser a lei.

 Para esse estudante, foi-se tomando lei da saúde estudar até duas ou três horas da madrugada, em vez de dormir longas horas de sono improdutivo. Em suma, isso aconteceu porque ele conheceu a Verdade pregada pela Seicho-No-le e, dando uma reviravolta, criou em sua mente uma nova lei da saúde segundo a qual "o homem fica mais saudável quanto mais estuda". No momento em que a pessoa, abolindo a lei da saúde do "precisa ser" criada pela obstinação de sua mente, conhecer a Verdade de que "sem precisar ser desta ou daquela maneira o homem já é sadio", conquistará o verdadeiro princípio da saúde.
Bem, voltemos ao assunto anterior: enquanto a sra. Kudo segurava na mente a corriqueira lei da saúde de que "o ser humano precisa comer, caso contrário não consegue viver", mesmo que ela ingerisse alimento, devolvia-o e não passava nada para o estômago; mas, ao conhecer a Verdade de que "o homem não vive graças à comida, mas sim graças à Vida de Deus" lendo repetidamente durante um mês os dois exemplares da revista Seicho-No-le, abandonou totalmente aquela "lei da saúde" e, ao contrário, curou-se do câncer e o estômago passou a receber os alimentos. 

Aqui está a A Verdade da Vida que devemos conhecer. Às vezes surgem questões como: "Então, se o homem não é mantido pelo alimento, ele não precisaria comer nada, não?". Mas o certo não é a pessoa comer em razão da ideia fixa de que "se não comer, não poderá sobreviver", mas sim pela ideia de que "o alimento lhe chega naturalmente à boca, obedecendo ao fluir da Vida de todo o Universo, sem precisar de artifício algum". Quando é assim, come-se mas ao mesmo tempo não se está comendo; não se está lutando desesperadamente por comer. 

A esposa daquele professor de curso secundário já mencionado curou-se quando decidiu "entregar tudo a Deus até o patrimônio e o próprio marido" e, embora continuasse possuindo-os, resolveu reconhecer que não era seu egoísmo pessoal que os possuía. É tudo a mesma coisa: Comer sem comer, possuir sem possuir. Isto se torna evidente quando se compreende que a matéria é originariamente "nada", e que este Inundo material é uma ilusão.
Voltando o caso da sra. Kudo, o sr. Katsumi Sato, apôs ter sido avisado pelo médico de que ela não viveria além daquele inverno, ficou na expectativa do aviso de sua morte quando chegou o auge do inverno. Não é que ele estivesse desejando a morte da sra. Kudo, mas estava se preparando para isso. No entanto, ficou sabendo por uma carta dela que tinha se curado lendo a revista Seicho-No-le e que, com a saúde recuperada, ela estava traba-lhando ativamente, fato que o surpreendeu. Curioso em conhecer essa revista que só de se ler cura a doença desenganada pela medicina, escreveu à sra. Kudo dizendo que desejava lê-la, e ela mandou-lhe aquela revista Seicho-No-Ie. O sr. Sato, ao lê-Ia, ficou ainda mais surpreso (os artigos publicados na revista Seicho-No-le daquela época estão compilados no atual livro sagrado A Verdade da Vida). O sr. Sato antigamente seguia o cristianismo, e ultimamente vinha seguindo a filosofia da Sutra de Lótus, como o mais elevado ensinamento de Sakyamuni. Porém, o ensinamento da Sutra de Lótus era extremamente sutil e ele não conseguia compreendê-lo de maneira clara. 

No entanto, ao ler a revista Seicho-No-le, ao mesmo tempo que se esclareciam todas as Verdades de difícil compreensão da Sutra de Lótus (mais tarde, o sr. Sato se empenhou no estudo comparativo da Sutra de Lótus com A Verdade da Vida, e publicou A Interpretação da Sutra de Lótus), compreendia-se de maneira perfeita o significado das palavras da Bíblia que ele antigamente seguia. 

E ficou admirado com o fato de a religião estar sendo apresentada não como simples ensinamento para o espírito, mas de modo a possibilitar que o despertar espiritual seja aplicado no cotidiano. Anteriormente falei do casal que se reconciliou depois que conheceram a Seicho-No-Ie e compreenderam que a seita Temi e a seita Shin, na essência, pregavam a mesma Verdade; porém, no caso do sr. Sato, ficou comprovado que a Seicho-No-le revela a essência da Sutra de Lótus e a verdadeira doutrina do cristianismo. 

Creio que com isso ficou claro que a Seicho-No-Ie não está preocupada em se afirmar como mais uma seita; por isso, pode ser introduzida em qualquer religião, e as pessoas de qualquer religião podem aderir à Seicho-No-le, sem abandonar a sua religião.

Nenhum comentário:

Postar um comentário