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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

007 - introdução à Programação Neurolinguistica p1

Então, o que é Programação Neurolinguística? Que ideias estão por trás desse rótulo? Em outra ocasião, quando alguém me perguntou de que tratava o livro, respondi que era um estudo sobre o que as pessoas faziam para ser excelentes em uma determinada área e como ensinar essa habilidade a outras pessoas.

A Programação Neurolinguística é a arte e a ciência da excelência, ou seja, das qualidades pessoais. É arte porque cada pessoa imprime sua personalidade e seu estilo àquilo que faz, algo que jamais pode ser apreendido através de palavras ou técnicas. E é ciência porque utiliza um método e um processo para determinar os padrões que as pessoas usam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem. Este processo chama-se modelagem, e os padrões, habilidades e técnicas descobertos através dele estão sendo cada vez mais usados em terapia, no campo da educacional e profissional, para criar um nível de comunicação mais eficaz, um melhor desenvolvimento pessoal e uma aprendizagem mais rápida. Você já fez algo com tal eficiência a ponto de ficar impressionado?

Já lhe aconteceu de se admirar do que fez e ficar pensando como conseguiu aquilo? A Programação Neurolinguística nos ensina a entender e a modelar nossos sucessos, para que possamos repeti-los. Trata-se de uma maneira de descobrir e revelar nossa genialidade, uma forma de darmos o melhor de nós e extrairmos o melhor dos outros.

A Programação Neurolinguística é uma ferramenta prática que cria os resultados que queremos obter. É uma análise do que diferencia um resultado excepcional de um resultado apenas médio. Por outro lado, apresenta uma série de técnicas extremamente eficazes que podem ser usadas no campo da educação, da terapia, e no mundo profissional.

A parte "Neuro" da PNL reconhece a ideia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. "Compreendemos" a informação e depois agimos. Nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a ideias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade inseparável, um ser humano.

A parte "Linguística" do título indica que usamos a linguagem para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e nos comunicarmos com os outros. A "Programação" refere-se à maneira como organizamos nossas ideias e ações a fim de produzir resultados.


A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos, ouvimos e sentimos e filtramos o mundo exterior através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados.

O incrível é que os métodos, por nos parecerem incomuns, não damos o devido valor. Nos próximos posts eu acrescentarei alguns exemplos deste livro e do "Sapo em Príncipes" que deu origem à programação neurolinguística.


Introdução à Programação Neurolinguistica - Como entender e influenciar as pessoas , Joseph O'Connor e John Seymour

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

006 - como atrair a boa sorte - katsumi tokuhisa

Depois de pensar em um bom presente para este Natal, acho que encontrei um texto que permitirá que o Próximo Ano seja maravilhoso. Se você não acredita no poder do pensamento, sugiro que esqueça a ideia de que tudo o que tinha que ser descoberto, já o foi. Nunca se falou tanto nas capacidades da mente, ou seja, do pensamento. Imaginar é criar. E digo mais, saber e não fazer é o mesmo que não saber. Experimente e persevere, e só assim poderá dizer que sabe.



Que é "palavra"? 

Palavras que constroem uma vida feliz 

Se quisermos construir no futuro uma vida feliz, basta imaginarmos fatos felizes no presente, mesmo que no estejam ocorrendo. Porém, imaginar a felicidade, quando no momento presente não se está feliz, parece difícil. Por isso é preciso recorrer a algum meio que nos ajude a mentalizar a felicidade. Esse meio, segundo a obra A Verdade da Vida, é a palavra, o uso correto do poder da palavra. A palavra tem poder criador. Mas, vejamos primeiramente o que é "palavra". No volume 1 da coleção A Verdade da Vida, lê-se: "Na Seicho-no-le 'palavra' significa todos os tipos de ondas vibratórias, mesmo as inaudíveis, tais como as ondas eletromagnéticas (de rádio e de TV) ou as ondas mentais. Mas, em nossa vida prática, o pensamento, a fala e a expressão fisionômica constituem as 'palavras' mais importantes, pois direcionam o nosso destino: ou para um bom rumo, ou para um mau rumo". Precisamos atentar especialmente para o trecho que diz: "... em nossa vida prática, o pensamento, a fala e a expressão fisionômica constituem as 'palavras' mais importantes, pois direcionam o nosso destino". 


Palavra é apenas a falada? 

Em geral, consideram "palavra" apenas a que é expressa de viva voz, a palavra falada. No entanto, a palavra pensada e a expressão fisionômica, somadas à palavra falada, constituem as "palavras" que decidem o nosso destino. Portanto, se alguém quer melhorar o seu destino, precisa melhorar primeiramente o que pensa, o que fala e o que expressa através do rosto. A "palavra pensada" significa o pensamento constante que a pessoa mantém na mente; em outros termos, é o que ela mais pensa. Mas não se trata simplesmente do que ela pensa conscientemente, e sim do que fica gravado no subconsciente. A definição científica de subconsciente é muito com que o subconsciente é a "parte da mente que age sem que a própria pessoa tenha consciência", e que representa 95 por cento da mente. O dito popular "A vida não é como queremos" se refere aos 95 por cento que o subconsciente representa. Como a própria pessoa não tem consciência das atividades do subconsciente, conclui que sua vida foge ao seu controle e diz que a vida não é como ela quer. Entretanto, apesar de o subconsciente representar a maior parte da mente e atuar de modo inconsciente, dono da mente é o ser humano e este pode controlá-la. Portanto, quem deseja melhorar, precisa analisar melhor a sua própria mente. Por exemplo, há pessoas que dizem que ainda não recuperaram a saúde, embora estejam pensando sempre "Quero ficar saudável!". Mas, muitas vezes, o pensamento "Quero ficar saudável" se completa com a ideia "porque sou fraco"; no consciente há o desejo de saúde, mas, no subconsciente, há a ideia "sou fraco". Isto é, há muitas pessoas que pensam: "Quero ser saudável, porque sou fraco". Mesmo que repitam constantemente "Quero ser saudável", enquanto estiver gravado no subconsciente o pensamento "sou fraco", não conseguirão se tornar saudáveis. Nesse caso, elas precisam anular primeiro esse pensamento já arraigado no subconsciente. 

O mecanismo da mente Como melhorar Como vimos, não basta compreender que "imaginando o que se deseja, o desejo se concretiza". É preciso usar corretamente o poder concretizador da mente através da "palavra" (pensada, falada e expressada no rosto) e, para tanto, a pessoa deve analisar o mecanismo de sua própria mente. Por exemplo, como o consciente representa 5 por cento da mente, se a pessoa pensar conscientemente "Quero me tornar saudável", mas mantiver no subconsciente — que representa 95 por cento da mente — a ideia "Sou fraco", não conseguirá ser saudável. Conhecendo tal mecanismo da mente, é que se poderá controlar a própria mente e a própria vida. No caso suposto, como o subconsciente gravou fortemente a ideia "sou fraco" sem que a própria pessoa se desse conta disso, é necessário primeiramente anular essa gravação, sobrepondo--lhe palavras contrárias: "Sou forte". Este meio se torna mais eficaz utilizando também a palavra falada. Pensar "Sou forte" quando se está fraco parece irreal e irracional, mas pensar "Sou fraco" resultará somente em maior fraqueza. Portanto, para anular o pensamento "Sou fraco" do subconsciente é preciso afirmar "Sou forte". 


Melhorando o pensamento, o físico melhora 

Assim, um enfermo deve persuadir a si mesmo: "Sou forte". Pensar "Quero ficar forte" ou "Deus, faça-me forte" não é eficaz, pois, por trás disso, no subconsciente, há o pensamento "porque sou fraco". Deve dizer repetidamente para si mesmo "Já sou forte", em voz baixa porém enérgica. No começo, essa afirmação soa falsa e a pessoa sente resistência, achando isso ridículo. Se surgir resistência, é uma prova de que existe no subconsciente o pensamento "Sou fraco". Portanto, quanto mais falso soar, mais convém repetir a afirmação em tom audível. É importante pensar, falar e ouvir. Deve-se repetir no mínimo vinte vezes em cada ocasião, várias vezes ao dia, sempre que tiver tempo. A resistência desaparece aos poucos e passa-se gradativamente a sentir o que se afirma. E a pessoa torna-se realmente forte e feliz. Até ter essa sensação de felicidade, decorre um certo tempo, que varia de pessoa para pessoa. Sentindo-se feliz, deve-se continuar procedendo assim, até que o subconsciente fique repleto do pensamento "Sou forte" e se torne uma firme convicção. Quando isso acontece, a pessoa pode se considerar vitoriosa. Os 95 por cento da mente estarão repletos do pensamento "Sou for-te", o qual se manifestará como corpo físico forte. Imaginar é o mesmo que plantar na mente a "semente de pensamento". Não importa como esteja a situação presente; plantando uma semente de melhora, inicia-se a criação da melhora. Desde que li n'A Verdade da Vida que "imaginar é criar", tenho conseguido resultados maravilhosos, orientando muitas pessoas por este princípio. 

Como atrair a boa sorte, Katsumi Tokuhisa.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

005 - o poder do agora - Eckhart Tolle p1

VOCÊ NÃO É A SUA MENTE

O maior obstáculo para a iluminação

A palavra iluminação transmite a ideia de uma conquista sobre-humana – e isso agrada ao ego –, mas é simplesmente o estado natural de sentir-se em unidade com o Ser. É um estado de conexão com algo imensurável e indestrutível. Pode parecer um paradoxo, mas esse “algo” é essencialmente você e, ao mesmo tempo, é muito maior do que você. A iluminação consiste em encontrar a verdadeira natureza por trás do nome e da forma. A incapacidade de sentir essa conexão dá origem a uma ilusão de separação, tanto de você mesmo quanto do mundo ao redor. Quando você se percebe, consciente ou inconscientemente, como um fragmento isolado, o medo e os conflitos internos e externos tomam conta da sua vida. Adoro a definição simples de Buda para a iluminação: “É o fim do sofrimento”. Não há nada de sobre-humano nisso, não é mesmo? Claro que não é uma definição completa. Ela apenas nos diz o que a iluminação não é: não é sofrimento. Mas o que resta quando não há mais sofrimento? Buda silencia a respeito, e esse silêncio implica que teremos de encontrar a resposta por nós mesmos. Como ele emprega uma definição negativa, a mente não consegue entendê-la como uma crença, ou como uma conquista sobre-humana, um objetivo difícil de alcançar. Apesar disso, a maioria dos budistas ainda acredita que a iluminação é algo apenas para Buda e não para eles próprios, pelo menos, não nesta vida.



Qual o maior obstáculo para vivenciar essa realidade? 

Identificar-se com a mente, o que faz com que estejamos sempre pensando em alguma coisa. Ser incapaz de parar de pensar é uma aflição terrível, mas ninguém percebe porque quase todos nós sofremos disso e, então, consideramos uma coisa normal. O ruído mental incessante nos impede de encontrar a área de serenidade interior, que é inseparável do Ser. Isso faz com que a mente crie um falso eu interior que projeta uma sombra de medo e sofrimento sobre nós. Examinaremos esses pontos detalhadamente, mais adiante. Se nos identificamos com a mente, criamos uma tela opaca de conceitos, rótulos, imagens, palavras, julgamentos e definições que bloqueia todas as relações verdadeiras. Essa tela se situa entre você e o seu eu interior, entre você e o próximo, entre você e a natureza, entre você e Deus. E essa tela de pensamentos que cria uma ilusão de separação, uma ilusão de que existe você e um “outro” totalmente à parte. Esquecemos o fato essencial de que, debaixo do nível das aparências físicas, formamos uma unidade com tudo aquilo que é. Por “esquecermos” quero dizer que não sentimos mais essa unidade como uma realidade evidente por si só. Podemos até acreditar que isso seja uma verdade, mas não mais a reconhecemos como verdade. Acreditar pode até trazer conforto. No entanto, a libertação só pode vir através da vivência pessoal.



Vamos começar aqui. A alma - sua alma - sabe tudo que há para saber o tempo todo. Nada é misterioso ou desconhecido para elo. Contudo, saber não é o suficiente. A alma procura experimentar. Você pode saber ser generoso, mos o menos que faço algo que demonstre a sua generosidade, terá apenas um conceito. Pode saber ser bondoso, mas a menos que seja bondoso com alguém, só terá uma ideia a respeito de si mesmo. É desejo de sua alma transformar o seu melhor conceito sobre si mesmo em sua melhor experiência. Enquanto o conceito não se torna experiência, tudo que há é especulação. Eu especulo a respeito de Mim Mesmo há muito tempo. A mais tempo do que Eu e você juntos poderíamos nos lembrar, do que a idade deste universo multiplicada por dois. Então você vê o quanto é nova a Minha experiência de Mim Mesmo. [Conversando com Deus - Neale D. Walsch]

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

004 - biologia da crença - bruce lipton

Toda cura é um processo de autocura, mas o que acontece é que estamos tão absorvidos pela doença e pelo que ela nos trás de “problemas” que não temos tempo para abordar a doença como se deve. Eu tive a sorte de ficar doente em um ambiente propício para que eu a pudesse entende-la, mas no início eu tive que reescrever certas crenças limitantes que me impediam de ver uma cura para uma doença incurável. Mesmo sendo espírita – no passado eu tinha só uma religião – eu não conseguia admitir o uso de certas ferramentas porque as minhas crenças diziam que eu devia me resignar para alcançar a compreensão do porquê da doença.

E diante do meu nariz existia uma vertente que dizia o contrário, que eu devia ter esperança e lutar com todas as minhas forças – depois eu conto mais. Uma dessas opções era a cirurgia espiritual, o que não deixa de ser uma terapia vibracional.

Antes que eu possa falar das terapias, que em sua maioria são constituídas de tratamentos vibracionais, ou seja, que tratam o corpo através da vibração e não pela química, eu preciso explicar o porquê delas estarem sendo cada vez mais usadas. As terapias vibracionais existiam muito antes da atual medicina e sempre foram importantes, principalmente na prevenção das doenças.

O que aconteceu é que a bioquímica conseguiu se estabelecer diante das premissas científicas e suprimir os tratamentos preventivos vibracionais: que conseguem prescrever as reais causas – psicossomáticas –, as metodologias não invasivas e restaurar o corpo ao seu equilíbrio. Mas estas intervenções foram, deturpadas e foram ocultas pelas pesquisas científicas que sempre foram parciais.

Porém a nova biologia conseguiu definir que as reais funções das células do nosso corpo não são potencialmente químicas e sim vibracionais. Basta considerar que as moléculas e células são constituídas de átomos que são, sobretudo, energia e vibração.

Neste livro eu apresentarei as descobertas descritas por Dr. Bruce Lipton sobre a nova biologia.

“Tudo começou quando eu estava pesquisando os mecanismos que controlam a fisiologia e o comportamento das células. De repente, percebi que a vida de uma célula é controlada pelo ambiente físico e energético em que ela se encontra e não pelos genes. Os genes são meros modelos moleculares utilizados na construção das células, dos tecidos e órgãos. O ambiente funciona como uma espécie de “empreiteiro", que interpreta e monta as estruturas e é responsável pelas características da vida das células. Mas é a "consciência" celular que controla os mecanismos da vida, e não os genes”

Principio, com este artigo, uma série de posts intitulada a Nova Biologia. São inserções produzidas por Bruce H. Lipton em seu livro a Biologia da Crença. Neste livro ele esclarece as “verdadeiras” ações das células e como os tratamentos complementares respondem melhor às estes esclarecimentos científicos. Eu o considero o “elo perdido” entre a ciência e a religião. Suas pesquisas sobre as células, e deste modo sobre os organismos, nos revela uma interação entre conceitos que estudávamos e aplicávamos sem conhecimento científico e funções orgânicas que ignorávamos.

Ou seja, os tratamentos complementares, vibracionais e energéticos, sejam espirituais ou religiosos ou filosóficos, mesmo sem a contrapartida do entendimento científico – que acontecia até então –, podem começar a ser delineados através das novas descobertas relacionadas às células. Por exemplo, de que elas são suscetíveis às vibrações, tanto de sons e energias (elétrica é uma delas), sutis ou evidentes, também e, sobretudo, pelo PENSAMENTO. Elas são modeladas pelo MEIO e não pelos genes como se acreditava. O que afirma e comprova a eficácia de tratamentos que afetam as células nestas instâncias até então ignoradas. Que tratamentos como o reiki, a acupuntura, programação neurolinguística, etc – que estão classificadas como terapias de suporte ou superstições – são mais eficazes frente ao funcionamento das células descritas pela nova biologia. Por sua vez, os tratamentos médicos ocidentais, ditos alopáticos, podem se tornar mecanismos intoleráveis, com exceção dos casos de traumas e urgências onde tais medicamentos podem apresentar respostas imediatas, mas não antes de produzir sérios desequilíbrios. Adiante eu apresento estas interações entre a Nova Biologia e os tratamentos complementares.

“Como biólogo celular, eu sabia que minhas descobertas teriam grande impacto sobre minha vida e a de todos os seres humanos. Cada um de nós é composto de aproximadamente 50 trilhões de células. Todo o trabalho de minha vida concentrou-se em entender melhor o seu funcionamento, pois sempre soube que o dia em que descobrisse exatamente como funciona uma célula eu descobriria como funciona todo o nosso organismo. Também percebi que, se uma célula pode ser controlada pelo ambiente que a cerca, nós, os seres vivos, que temos trilhões delas também podemos ser controlados. Assim como cada célula, o destino de nossa vida é determinado, não por nossos genes, mas por nossas respostas aos sinais do meio ambiente que impulsionam e controlam todos os tipos de vida”.

Extraído de 064MH1 em 15/08/13. Mateus Göettees

Biologia da Crença, Dr. Bruce Lipton


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

003 - tim ferriss - parte 3

Capítulo 3: Passar por entre as balas - Gerenciar medo e escapar da paralisia

Fazer ou não fazer? A maioria das pessoas prefere insatisfação ao invés de incerteza. Tim Ferris diz que há anos ele estabeleceu metas e fez resoluções para mudar de direção, mas sem efeito: ele também era inseguro e assustado como todos os outros.

Em 2002 ele se encontrou à frente de uma empresa que ele criou e trouxe mais dinheiro do que poderia gastar - cerca de US $ 70.000 por mês -, mas que ocupava absolutamente de toda o seu tempo, e com falhas na sua concepção tornou impossível vender. Ele se sentiu tão estúpido e preso, e se perguntou por que não foi inteligente o suficiente para encontrar uma maneira de escapar do dia de 15 horas, a prisão que ele mesmo havia construído.

Ele teve uma iluminação: uma viagem. Isso é o que ele precisava. Mas, por seis meses, ele se esforçou para encontrar milhares de desculpas e razões para que o projeto nunca pudesse funcionar, um período que descreve, ironicamente, "o mais produtivo". E um dia, uma teve uma ideia: por que não tentar definir com precisão o pesadelo que ele temia - a pior coisa que poderia acontecer por causa de sua viagem?

Então ele considerou todos os cenários de desastres que sua jornada poderia causar, e teve a certeza de que ele acabaria destruindo o seu negócio: pensou em todas as coisas que poderiam dar errado, etc. Ele encontrou-se nu e sozinho no meio de uma terra estrangeira e fria.

E então algo aconteceu: como ele imaginou todos esses desastres cair sobre a sua cabeça, ele começou a imaginar também todas as soluções simples para todos esses problemas, as soluções e as perspectivas. Nada poderia ser fatal e em uma escala de 1 a 10, sendo 10 "reviravolta total e completa na sua vida para sempre" e 1 o pior cenário "sua vida está arruinada" teve uma classificação de apenas 3 ou 4. E ele provavelmente teve uma chance em dez milhões.

Ele tomou a sua decisão, e comprou um bilhete de ida para a Europa. Este foi o ponto de partida, não o último desastre que tinha planejado, mas o conto de fadas que se tornou sua vida. 

Suas atividades são realizadas como por encanto agora que ele quase se esqueceu de que eram elas que vinham financiando a viagem de 15 meses ao redor do mundo . Na verdade, ele tinha transformado um risco de 3 ou 4 para um ganho de 9 ou 10.

Portanto, definir o seu medo e dar-lhe uma pontuação de 1 a 10 na escala de "reviravolta total e completa da sua vida para sempre", em seguida, imaginar soluções para evitar esse pior acontecer, e colocar na balança os benefícios esperados. Então: o que você está esperando?

Você já colocou na balança os seus medos ditados pelas crenças? Experimente confrontando os hábitos, aqueles que parecem engessar as nossas mentes com procedimentos totalmente incoerentes, aqueles que nem admitimos falhas e foram impostos por uma ideia fixa de beneficiar os medos que nos controlam. O que pesa mais, agir com compaixão diante do infortúnio ou seguir regras para se fazer a caridade conforme a sociedade dita.

Para sermos prósperos precisamos ser espertos e corruptos, superar os “adversários” porque nos disseram que tudo é finito e somente aqueles que se esforçam conseguirão se felizes. Que regra é esta que estabelece que existam duas categorias de seres humanos e que, apesar de serem prósperos ou miseráveis, são todos infelizes.

Capítulo 4: Reinicialização do Sistema - Seja realista e preciso.

Os altos picos são bastante desertos: 99% das pessoas acreditam que não são capazes de alcançar grandes coisas, e, portanto, criam metas pobres. Tem, paradoxalmente, muito menos competição por metas irrealistas do que para com as metas realistas (Nota: é professada por David J. Schwartz A Mágica de Pensar Grande).

Além disso, Tim Ferris admite não saber o que ele quer, então se pergunta "O que você quer? "Ele é incapaz de responder. Por quê? Porque a questão não é específica o suficiente. Quando perguntado o que ele quer fazer nos próximos cinco meses para aprender novas línguas, ele já pode responder com mais precisão. Mas a questão é mais profunda do que isso: no fundo, esta pergunta nos faz pensar basicamente que a maioria das pessoas quer: a felicidade.



Selecione o idioma PORTUGUÊS na barra de legendas

http://www.youtube.com/watch?v=klN-aPMK2I8 


Mas de acordo com Tim Ferris, a felicidade é um conceito demasiado ambíguo para se usar a força. Você pode comprar a felicidade com uma garrafa de vinho. E o que é o oposto da felicidade? Tristeza? Não: são dois lados da mesma moeda, como o amor e o ódio. O oposto da felicidade é o tédio. O que as pessoas geralmente dizem é "o importante é viver suas paixões", mas, eles querem dizer: "O importante é fazer o que te entusiasma". Assim, de acordo com o autor, a pergunta que devemos fazer não é "O que eu quero?" ou "Quais são os meus objetivos?" Mas, "O que me entusiasma?".

Mas isso não é o suficiente: é preciso responder a esta pergunta com precisão, e assegurar que os seus objetivos não são mais desejos ambíguos, mas passos específicos. Para isso, o autor propõe uma metodologia em 6 passos de definição do "crono-sonho", ou seja, cinco coisas que você quer possuir, 5 coisas que você quer fazer, onde você quer estar daqui 6-12 meses, calcular o custo de cada uma dessas coisas, em seguida, escolher quatro sonhos e definir três passos para alcançá-los.

Por Olivier Roland.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

002 - as regras que estão mudando as regras - Tim Ferriss

Muitas vezes nós não questionamos o que existe, porque se milhões de pessoas o fazem, é porque esta é a melhor maneira de fazê-lo. Mas este não é o melhor caminho, é apenas o caminho do meio, o de sempre.

Earl Nightingale, Lead the Field


Capítulo 2: As regras que estão mudando as regras – tudo o que é popular é errado.
O autor nos diz como ele ganhou uma medalha de ouro do boxe chinês, apenas quatro semanas após começar este esporte, analisando as regras do campeonato e encontrando brechas para que ele pudesse ganhar esta medalha com facilidade, o que 99% daqueles com 5-10 anos de experiência nunca tinham conseguido fazer.
Tim Ferris usa essa história como um ponto de partida para explicar o que é necessário para desafiar o status quo, o que frequentemente todo mundo deseja fazer. Obviamente, devemos inteligentemente mudar: mas não é porque todo mundo anda sobre os pés que nós precisamos começar a caminhar sobre as mãos. Caminhar sobre os pés funciona muito bem. Não devemos consertar o que não está quebrado. O autor dá-nos o que ele vê como as 10 regras básicas do novo rico, e que questionam o consenso:

1 - Aposentadoria é o seguro para o caso de acontecer a pior das hipóteses: deve ser visto como uma chave para se usar na pior situação possível, ou seja, a incapacidade física total para trabalhar. A visão da aposentadoria como a redenção final é falho desde o início, porque 1) ele exige que você sacrifique os melhores anos de sua vida para as tarefas que você não gosta, 2) na maioria dos casos, as pessoas que estão se aposentando adotam um estilo de vida de classe média pobre, e 3) se você deu toda a sua vida para a aposentadoria, há uma boa chance de que você seja uma máquina de trabalho, e, então, uma semana após a sua aposentadoria você se cansa e salta sobre a primeira oportunidade de trabalho.

2 - O interesse e energia são cíclicos: Se eu lhe oferecesse l0 milhões de dólares para trabalhar 24 horas por dia durante 15 anos e então se aposentar, você aceitaria? É claro que não — você não aguentaria. Não é uma situação sustentável, exatamente como aquilo que mais defineuma carreira: fazer a mesma coisa por 8 ou mais horas por dia até você ter umcolapso ou ter dinheiro bastante para parar de trabalhar definitivamente. Os Novos Ricos precisam ter como objetivo distribuir mini-aposentadorias ao longo de suas vidas.

3 - Menos não é preguiça: fazer menos trabalho e se permitir concentrar nas coisas que realmente importam para você não é preguiça. Preguiça é o fato de suportar uma vida que não é feito para nós, deixando que as circunstâncias e os outros decidam por nós. Estar ocupado e ser produtivo não têm nada em comum: como disse Stuart R. Levine, se você e sua equipe passam o dia tentando empurrar a Torre Eiffel com a esperança de a mover, você tem estado muito ocupado, mas não muito produtivo. Não confunda os dois.

4 - A noção que se tem do tempo nunca está correta: Uma vez, perguntei a minha mãe como ela tinha decidido quando ter o primeiro filho, eu, no caso. A resposta foi simples: “Isso era algo que queríamos, e decidimos que não havia por que postergá-lo. Nunca se sabe a hora certa de ter um filho". E assim aconteceu.
Para as coisas mais importantes, nunca temos certeza se é a hora certa. Esperar a hora certa para sair de seu emprego? As estrelas nunca estarão suficientemente alinhadas e os semáforos da vida nunca estarão todos verdes ao mesmo tempo. O universo não conspira contra, mas também não sai de seu fluxo normal para ajeitar tudo para você. As condições nunca são perfeitas. "Algum dia" é uma doença que levará seus sonhos para o túmulo junto com você. Listas de prós e contras são igualmente ruins. Se é importante para você, e se vocêquer fazer “finalmente”, vá e faça, depois corrija os rumos ao longo do caminho. 

5 - Peça perdão, não permissão: se não vai destruir tudo ao seu redor, vá em frente e depois justifique-se. Muitas vezes as pessoas rejeitam as coisas com base emocional, uma vez postos diante do feito, eles tem que aceitar o fato. Aprenda a ser um causador de problemas, e pedir desculpas.

6 - Concentre-se em seus pontos fortes, em vez de reparar nos seus pontos fracos. Eu sou ótimo em criação de produtos e em marketing, mas terrível na maior parte das coisas a seguir.
Meu corpo é talhado para levantar objetos pesados e arremessá- los, simples assim. Ignorei isso por um longo tempo. Tentei praticar natação, mas parecia um macaco se afogando. Tentei jogar basquete, mas parecia um homem das cavernas. Aí resolvi começar a lutar e me encontrei. É muito mais lucrativo e divertido alavancar seus pontos fortes em vez de tentar consertar todas as rachaduras na sua armadura.
A escolha é entre multiplicação de resultados utilizando-se dos pontos fortes ou desenvolvimento de melhorias retificando as fraquezas que se tornarão, na melhor das hipóteses, medíocres. Foque-se num uso melhor de suas melhores armas, em vez de focar-se em reparos constantes.

7 - Coisas em excesso tornam-se seu oposto: É possível ter grandes quantidades de uma coisa boa. Em excesso, a maior parte dos esforços e das posses toma características de seus opostos:
Pacifistas se tornam militantes. Ativistas pela liberdade se tornam tiranos. Bênçãos se tornam maldições. Ajudas se tornam estorvos. Mais se torna menos?
Muita quantidade e muita frequência tornam aquilo de que você gosta no que você não gosta. Isso é verdade para posses e até mesmo para o tempo. O Projeto de Vida não é, portanto, voltado para criar um excesso de tempo livre, que é venenoso, mas sim para um uso positivo do tempo livre, definido simplesmente como fazer aquilo que você quer, em oposição a fazer aquilo a que você se sente obrigado.

8 - O dinheiro por si só não é a solução: "Se eu tivesse mais dinheiro" é uma das desculpas mais usadas para procrastinar e impedir de viver seus sonhos. Colocar na cabeça que o dinheiro é uma forma conveniente para se solucionar tudo é habilmente criar uma distração constante que nos impede de ver como tudo isso é em vão. O problema é muito mais profundo do que o dinheiro poderia solucionar.

9 - A renda relativa é mais importante do que a renda absoluta: a renda absoluta é definida com uma única variável, o ganho anual e mensal. Francis ganha €100.000 por ano, e Maria ganha €50.000 por ano, Francis é duas vezes mais rico do que Maria. A renda relativa traz uma nova variável: o tempo, e trata o salário por hora. François ganha €100.000 por ano, mas trabalha 80 horas por semana durante 50 semanas e, portanto, um salário de €25 por hora, enquanto Maria ganha €50.000 por ano, mas só trabalha 10 horas por semana, durante 50 semanas, e ganha €100 por hora: Maria é quatro vezes mais rica do que Francis. Obviamente, é necessário que a renda relativa seja suficiente para atender nossos objetivos: é difícil trabalhar, mesmo uma hora por semana a uma taxa de €100.

10 - Stress e eustress (stress positivo): O estresse não é sempre uma coisa ruim, devemos distinguir entre o estresse negativo, que nos enfraquece, diminui a nossa confiança em nós mesmos e nossas capacidades, e eustress - o prefixo grego "eu" significa "saudável" (como em "euforia" ) - que tem uma pressão positiva para nós, como os modelos que nos empurram para superar a nós mesmos, a crítica construtiva, a emoção de risco, tendo que exceder nossas zonas de conforto. Não há progresso sem eustress.


Por Olivier Roland: http://www.des-livres-pour-changer-de-vie.fr/la-semaine-de-4-heures-tim-ferris/

texto correlacionado em 105MH1: http://meioshabeis.blogspot.com.br/2013/11/105-as-regras-que-estao-mudando-as.html

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

001 - Tim Ferriss - Trabalhe 4 horas por semana.

O melhor que Tim Ferriss nos propõe é que somos capazes de lidar com os problemas através de ideias inovadoras. Mesmo que estas ideias nos ameace com suspeitas e insinuações de um aglomerado de impressões e experiências falhas, superar o medo é mais simples do que supomos. Nós nos concentramos em aspectos criados e formulados pelo medo comum de que todas as coisas são e sempre serão assim, portanto para nos desvencilharmos do problema somos levados a romper com o estigma, o hábito. Apesar de não ser um autor de autoajuda, e ele está mais para um empreendedor de ideias, as ideias prevalecem. Porém as suas observações quanto aos padrões e hábitos corporativistas podem nos esclarecer certas limitações pessoais que não conseguimos desbloquear. Se a sua visão destes aspectos são inflexíveis, mesmo sendo algo tão palpável, a sua rigidez não permitirá sequer cogitar uma autocura, um processo de autoconhecimento ou uma quebra de paradigma.

Pois são os modelos que nos impedem de criar novas respostas.
Por outro lado, as questões apresentadas neste Primeiro Capítulo, deixam claras as causas da maioria das enfermidades sociais e profissionais, de que a falta de tempo e  de sonhos são as causas das doenças. São sempre elas que causam a destruição da autoestima, que substitui a confiança nas nossas qualidades em uma sombra de incapacidades que nos cercam. E não só na vida profissional. Indubitavelmente, ao se concentrar em um aspecto da sua vida, todos os demais seguirão. Apresentarei o resumo dos capítulos, assim que traduzi-los e farei as minhas observações, as mesmas que fiz à época em que o li.
 
Quem é Tim Ferriss, então:

“Tim Ferriss é empreendedor, vive viajando pelo mundo, campeão chinês de kickboxing, fez uma novela no Japão, ganhou um recorde no guiness book em tango, tornou-se investidor anjo e estrela no Vale do Silício.”
 
Ou da Wikipedia:
 
Timothy Ferris é um autor americano, empreendedor, investidor anjo e palestrante. Em 2007, publicou o livro Trabalhe 4 horas por semana, e em 2010 publicou 4 horas por semana – O corpo, ambos ficaram no topo da lista de bestsellers. Seu livro mais recente, Seja um Chefe em 4 horas foi publicado em novembro de 2012.Ferris também é um investidor anjo ou conselheiro para o Facebook, Twitter, StumbleUpon, Evernote e Uber, entre outras empresas.

A frase-resumo de "Trabalhe 4 horas por semana" As pessoas, na sua maioria, são empregados ao longo de suas vidas, e trabalham das 9h às 17h durante 40 anos para se aposentar aos 60 anos (ou mais), este livro explica como quebrar o sistema, reduzindo significativamente o tempo de trabalho, libertando-nos das limitações geográficas - o que nos permite viver em qualquer lugar do mundo - e automatizar nossa renda para que possamos fazer mini-aposentadorias para cantar e viver nossos sonhos.



Passo 1: D de Definição.
 
Tim Ferriss começa por contar um encontro que aconteceu a milhares de metros acima do nível do mar, na primeira classe da cabine de uma aeronave, com um magnata americano chamado Mark. Mark possui postos de gasolina, supermercados e salões de jogos de azar: aconteceu que ele e seus amigos poderiam perder 500 mil a um milhão em um fim de semana em Las Vegas, e ele lhe disse:
 
Cada um.
 
Quando Tim Ferriss, com a curiosidade já despertada, perguntou qual dessas atividades ele preferia, a resposta foi rápida: “Nenhuma”. Mark explicou-lhe como havia passado 30 anos de sua vida com pessoas que não se gostavam, fazendo atividades que não gostavam, comprando coisas que não precisavam.
 
Mark foi um destes mortos-vivos. E aqui é precisamente o tema deste livro: evitar fazer parte.
 
Qual é a diferença entre o que o autor chama de Novos Ricos e as Pessoas Normais, que guardam tudo, para no fim descobrir que tudo o que conseguiram na vida escorregou por entre os dedos? Uma série de coisas que definem a sua filosofia de vida, e, portanto, seus objetivos e prioridades são:

Pessoas Normais: Trabalhar para si mesmo.
Novos Ricos: Fazer os outros trabalharem para você.
Pessoas Normais: Trabalhar quando quiser.
Novos Ricos: Evitar trabalhar para o trabalho, e fazer o mínimo necessário para o efeito máximo.
Pessoas Normais: Aposentar-se mais cedo.
Novos Ricos: Distribuir períodos mini-aposentadorias em toda a sua vida. Fazer o que emociona.
Pessoas Normais: Ganhar uma tonelada de dinheiro.
Novos Ricos: Ganhar uma tonelada de dinheiro com razões específicas e sonhos definidos a perseguir.
Pessoas Normais: Comprar todas as coisas que você quer.
Novos Ricos: Fazer todas as coisas que gosta e ser tudo o que se quer ser.
Pessoas Normais: Ser o chefe, em vez de o empregado.
Novos Ricos: Não deve ser nem o patrão, nem o empregado, mas o proprietário.
Pessoas Normais: Tenha mais.
Novos Ricos: Tenha mais qualidade e menos coisas desnecessárias.
Pessoas Normais: Alcançar a grande recompensa, seja a oferta inicial de aquisição, reforma ou outro pote de ouro qualquer.
Novos Ricos: Pensar grande, mas assegurar-se de que a recompensa chegará todos os dias.
Pessoas Normais: Ter liberdade para não fazer o que não gosta.
Novos Ricos: O objetivo não é simplesmente eliminar o mau, mas perseguir e experimentar o melhor do mundo.
 
Ser financeiramente rico e ter a capacidade de viver como um milionário são duas coisas diferentes: o valor do dinheiro é multiplicado por quatro coisas que você precisa controlar, 1) o que você está fazendo, 2) quando você faz , 3) onde você faz e 4) com quem o faz. Esta é a liberdade do multiplicador. 
E um banqueiro que trabalha 80 horas por semana e ganha €500.000 por ano é menos livre e menos poderoso do que um Novo Rico, que trabalha 20 horas por semana e ganha €40.000 por ano, mas tem total liberdade em o quê, o quando, onde, e com quem; e olhamos para o estilo de vida que lhes dão o dinheiro e o tempo necessários.

Porque a liberdade - a capacidade de escolher - é o poder real.


http://meioshabeis.blogspot.com.br/2013/11/103-trabalhe-4-horas-por-semana.html


Olivier Roland, extraído de: http://www.des-livres-pour-changer-de-vie.fr/la-semaine-de-4-heures-tim-ferris/