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sábado, 12 de abril de 2014

022 - biologia da crença P7

[...]

A ciência da epigenética, que significa literalmente "controle sobre a genética", modificou completamente os conceitos científicos sobre a vida (Pray, 2004; Silverman, 2004). Na última década, as pesquisas epigenéticas estabeleceram que os padrões de DNA passados por meio dos genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso destino! 

Influências ambientais como nutrição, estresse e emoções podem influenciar os genes ainda que não causem modificações em sua estrutura. Os epigeneticistas já descobriram que essas modificações podem ser passadas para as gerações futuras da mesma maneira que o padrão de DNA é passado pela dupla espiral (Reik e Walter, 2001; Surani, 2001).

Outros estudos mostram que os mecanismos epigenéticos são um fator importante em diversas doenças, entre elas o câncer, os problemas cardiovasculares e a diabetes. Na verdade, apenas cinco por cento dos pacientes de câncer ou que apresentam problemas cardiovasculares podem atribuir suas doenças a fatores hereditários (Willet, 2002). A mídia alardeou a descoberta do gene do câncer de mama, mas deixou de mencionar que 90 por cento dos casos desse tipo de câncer não está associado a genes herdados. A maioria ocorre por alterações induzidas pelo ambiente e não por genes defeituosos (Kling, 2003; Jones, 2001; Seppa, 2000; Baylin, 1997). 

As evidências epigenéticas foram tantas que alguns cientistas mais tradicionais começaram a mencionar o nome de Jean-Baptiste de Lamarck, o evolucionista antes tão desdenhado, que acreditava que os traços adquiridos por influência do ambiente podem ser transmitidos.
Os biólogos celulares descobriram as grandes habilidades da membrana celular estudando os organismos mais primitivos do planeta: os procariontes. Os procariontes, que incluem as bactérias, consistem numa membrana celular envolvendo uma minúscula gota de citoplasma denso. Embora seja uma forma tão primitiva de vida, tem função específica. Bactérias não vagam pelo mundo como bolas de pingue-pongue, jogadas de um lado para o outro. Executam os mesmos processos biológicos que as células mais complexas. Ingerem, digerem, respiram, excretam e possuem até mesmo um sistema "neurológico". Percebem onde estão os alimentos e vão em direção a eles. Além disso, são capazes de reconhecer toxinas e predadores e utilizam manobras de fuga para salvar sua vida. Ou seja, até os procariontes possuem inteligência! 

Mas de qual parte de sua estrutura vem essa "inteligência"? O citoplasma dos procariontes não possui as organelas encontradas nas células mais desenvolvidas como as eucariontes, que têm núcleo e mitocôndria. A única estrutura organizada que poderia ser considerada "cérebro" nos procariontes é a membrana.

As PIMs - Proteínas Integrais de Membrana - receptoras são os órgãos sensoriais das células, equivalentes a nossos olhos, orelhas, nariz, papilas gustativas etc. Funcionam como "nanoantenas", prontas a reagir aos sinais do ambiente. Algumas dessas proteínas integrais receptoras vão da superfície da membrana para a o interior da célula para monitorá-lo enquanto outras voltam-se para o exterior para captar sinais externos.

As "antenas" receptoras também captam campos de energia vibracional como luz, sons e frequências de rádio. As antenas dessas receptoras de "energia" vibram como diapasões. Se uma vibração de energia no ambiente fizer vibrar uma antena receptora, isso vai alterar a carga da proteína, fazendo com que a receptora mude seu formato (Tsong, 1989). Tratarei desse assunto com mais detalhes no próximo capítulo. Só desejo explicar que, devido ao fato de as receptoras serem capazes de captar campos de energia, o conceito de que apenas as moléculas físicas têm ação sobre a fisiologia celular é obsoleto. O comportamento biológico pode ser controlado por forças invisíveis, incluindo o pensamento, e também por moléculas físicas como a penicilina, o que serve de base científica para o desenvolvimento de medicamentos energéticos que não envolvem produtos farmacêuticos.

Biologia da Crença, Brucew Lipton



domingo, 9 de março de 2014

021 - a verdade da vida v7.74

"Queime a ponte que acabou de atravessar" é uma das grandes máximas que consta nas "Palavras de Sabedoria". Caro leitor, após você tomar a decisão de realizar alguma coisa, é necessário seguir sempre em frente, com a firme convicção de que vencerá infalivelmente. Ninguém poderá exteriorizar plenamente a sua força, se, ao iniciar um empreendimento, deixar preparado um caminho para retroceder quando se deparar. com algum obstáculo. 

Quando Júlio César desembarcou na costa britânica com o seu exército, ele mandou queimar todos os seus navios — navios esses que tinham prestado um grande serviço transportando seu exército até o estreito de Dover e que, no caso de derrota, seriam indispensáveis para a retirada. Quando compreendemos que "não há outra saída, a não ser marchar para frente", conseguimos exteriorizar uma capacidade bem maior do que a demonstrada em circunstâncias normais. Portanto, compreender que "não há outro caminho a não ser seguir em frente", é um meio de fazer exteriorizar a força da Vida Infinita que existe em nós. 

"Vencerei infalivelmente, onde quer que eu vá" — aquele que inicia qualquer empreendimento com essa determinação, alcançará infalivelmente a vitória. Essa determinação é indispensável, mas ela não poderá nascer dentro de nós quando existir um caminho para retroceder. Por isso, as pessoas que não têm autodeterminação precisam queimar a ponte que acabaram de atravessar. (Em inglês se diz: "Burn your bridge behind you"). Uma vez queimada a ponte, não se pode voltar atrás, por mais que se queira. A Única alternativa que resta é seguir em frente. "Não há outro meio a não ser seguir em frente!" — essa situação nos toma mais fortes, pois o único movimento possível, no caso, será para frente, e nunca para trás.

De fato, quando "queimamos a ponte que acabamos de atravessar", teremos tudo de que necessitamos à nossa disposição. Um bom professor de natação leva o aluno à parte mais funda da piscina e solta suas mãos. Isso porque ele sabe que, se o aluno continuar indefinidamente na parte rasa, onde poderá ficar de pé sempre que se cansar ou sentir receio, o progresso será muito lento. Ao ser levado à parte funda c sem ter onde e em quem se apoiar, o aluno tem de nadar, senão se afogará. É nesse momento que ele aprende, de fato, a flutuar, porque não pode deixar de exteriorizar toda a sua força. E, quando o homem exterioriza plenamente a sua força, ele passa a receber a força infinita proveniente da Grande Vida do Universo. Encerra uma grande verdade a seguinte frase de Samuel Smiles (jornalista, biógrafo e reformador social, nascido na Escócia): "Deus ajuda a quem ajuda a si próprio".

Caro leitor, empenhe toda a sua força naquilo que deseja realizar! Desse modo, você conseguirá exteriorizar cada vez mais a sua força infinita. Feliz daquele que, olhando para o passado, consegue afirmar honestamente: "Eu empenhei toda a minha forçar: Trata-se de uma pessoa abençoada por Deus e que recebe a força necessária da fonte de força inesgotável, designada Deus. Caro leitor, empenhe, pois, toda a força naquilo que fizer. Mesmo que se sinta exausto, não se deixe vencer. Não menospreze a si mesmo. Não se considere fraco. Você certamente está enganando a si mesmo, quando, sentindo-se exausto, pensa não ter mais força para se mover. Suponha que, nesse momento, ocorra um incêndio no prédio onde você se encontra, e as chamas comecem a envolver o aposento em que você está. Suponha que o fogo esteja se aproximando rapidamente, e falte pouco para atingir suas roupas. Será que, ainda assim, você permaneceria imóvel, dizendo que está exausto? Será que você ficaria parado, deixando-se atingir pelas chamas? Se está cansado a ponto de não conseguir se mover, mesmo nessa circunstância, então deve ter empenhado, realmente, toda a sua força. Mas, caso contrário, você ainda não empenhou toda a sua força. 

Somente quando exterioriza plenamente a sua força, o homem passa a receber o novo suprimento do depósito da força infinita denominado Deus. Antes disso, o homem faz uso apenas de sua limitada força humana, armazenada em seu corpo. Portanto, caro leitor, exteriorize plena e totalmente a sua força. Somente assim você passará a receber a força infinita. Não veja a si mesmo como um ser insignificante. Não se julgue fraco. Não se apoie em forças externas. Não fique preparando o caminho para recuar, admitindo a possibilidade de falhar. Não fale de testamentos, preparando-se para a morte. Para o homem, que é filho de Deus, não há possibilidade de falha. 

Em situações difíceis é que se manifesta em nós a força infinita de Deus. Via de regra, as pessoas que fracassam são aquelas que deixam preparado o caminho para a fuga, receando a derrota. Júlio César disse: "Vim, vi e venci". Caro leitor! Assim como César atravessou o rio Rubicão, desafiando os riscos e acreditando firmemente na vitória, você também deve avançar com espirito resoluto, em todas as circunstâncias desta vida, acreditando firmemente na vitória. Aquele que age assim, acaba com toda certeza tomando-se vitorioso. 

Enquanto todos os soldados de Júlio César permaneciam sem ação à beira do Rubicão. sem coragem de enfrentar a forte correnteza do rio, quem tomou a iniciativa de se lançar resolutamente nas águas e começar a nadar vigorosamente foi o próprio Júlio César. Ele, que se tomou o senhor do Império Romano, tinha dentro de si a firme convicção de poder vencer quaisquer obstáculos, onde quer que fosse. Aquele que, admitindo a possibilidade de falhar, fica desenhando na mente o fracasso c preparando-se para isso, não pode exteriorizar a sua força total. Também aquele que, por viver preocupado com doenças, carrega sempre os remédios consigo, não se toma realmente sadio. Quem só pensa em morte e vive falando nisso, acaba atraindo realmente a própria morte. Todas as coisas traçadas na mente acabam se manifestando. Aquele que não vê a força infinita dentro de si, não pode manifestá-la.

A verdade da vida vol.7, Masaharu Taniguchi 

segunda-feira, 3 de março de 2014

020 - sapos em príncipes P3

Há alguns anos estávamos fazendo um workshop e havia uma mulher que tinha fobia de dirigir em pistas de alta velocidade. Ao invés de tratar esse problema como fobia, o que teria sido muito mais elegante, realizei uma remodelagem-padrão para demonstrar que se pode trabalhar com fobias através da remodelagem, mesmo que seja muito mais rápido usar o padrão de dissociação visual/cinestésico de duas etapas. 

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/308663/sapos-em-principesEu disse: "Olha, existe uma parte que fica morrendo de medo quando você chega perto das pistas de alta velocidade. Vá para dentro de você e diga a esta parte que ela está fazendo uma coisa importante e pergunte-lhe se ela está com vontade de comunicar-se com você". Ela obteve uma resposta positiva muito intensa. Então eu lhe disse: "Agora volte para dentro e pergunte a essa parte se ela tem vontade de lhe dizer o que é que ela está tentando fazer para você quando fica morrendo de medo se você se aproxima de pistas de alta velocidade". Ela se voltou para dentro e depois disse: 

"Bom, essa parte me disse que não está com vontade de me contar nada". 

Ao invés de proceder a uma remodelagem inconsciente, fiz uma coisa que pode parecer curiosa, porém, de tempos em tempos, realizo-a quando tenho uma suspeita, ou o que as demais pessoas chamam de intuição. Fiz com que ela se voltasse para dentro de si mesma e perguntasse àquela parte se ela sabia o que estava fazendo pela pessoa. Ela fechou os olhos e depois, quando os abriu de volta, disse: "Bom, eu.. , eu não, .. eu não acredito que ela me disse". "Então volte para dentro e pergunte-lhe se está dizendo a verdade". Ela novamente se interiorizou e depois falou: 

"Não quero acreditar no que ela me disse". "Bom, que foi que ela te disse?" "Disse que se esqueceu!". 

Bom, embora possa soar muito divertido, sempre considerei que essa fosse uma grande resposta. Em certos aspectos, faz sentido. Você está viva há muito tempo já. Se uma parte organiza um comportamento seu e a pessoa realmente resiste a ele e luta contra ele, o comportamento pode ficar tão envolvido na luta que acabe esquecendo por que motivo foi que se organizou daquela forma, para início de conversa. Quantos de vocês já entraram numa discussão e no meio do fala-fala já se esqueciam do que pretendiam fazer, só para começar? As partes, da mesma forma que as pessoas, nem sempre se recordam dos resultados. 
Em vez de entrar numa grande trapalhada, disse: "Olhe, essa sua parte é muito forte. Alguma vez você já se deu conta de como ela é poderosa? Cada vez que você se aproxima de uma pista de alta velocidade, essa parte é capaz de amedrontar você até o limite. Isso é realmente surpreendente. Como é que você se sentiria de contar com uma parte como essa do seu lado?" Ela disse: "Uau! Não tenho nenhuma parte como essa!" Então respondi: "Volte-se para seu interior e pergunte-lhe se ela gostaria de fazer alguma coisa que se pudesse apreciar, que fosse válida, e em que valesse a pena empregar todos os seus talentos", E evidentemente a parte respondeu um entusiasmado sim. 

Então eu disse: "Então se ponha em contato com seu interior, e pergunte à parte se ela teria vontade de te deixar confortável, alerta, respirando regularmente e com suavidade, tendo cuidado e sintonizada na experiência sensorial, toda vez que você subir numa pista de alta velocidade, pela rampa de acesso". 

A parte respondeu: "Sim, sim, eu vou fazer isso". Fiz depois com que ela fantasiasse uma duas situações numa pista de alta velocidade. Antes ela havia sido incapaz de fazê-lo, ficava num estado de terror' completo porque até mesmo a fantasia de chegar perto de uma dessas pistas era por demais assustadora. Desta vez, quando ela fez a fantasia, fê-lo adequadamente. Ela entrou no carro, saiu da  pista, e procedeu muito bem. Ela se divertiu tanto que dirigiu nessa pista durante quatro horas e acabou ficando até sem gasolina.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

019 - sapos em príncipes P2

Dentro da programação neurolinguística começamos a compreender o que é o subconsciente, na verdade não. O subconsciente é um lugar tão ilógico e muito instintivo no que concerne entender como um lugar onde os pensamentos nascem. Existem várias mentes que se interpõem às tentativas de uma mente lógica se fixar, que podemos chamar de ego, e um subconsciente que tenta agir conforme os padrões armazenados, os modelos criados, e uma mente superior que nos direciona conforme o destinado. A psicanálise os chamam de instinto, [ego] e superego. Mesmo que as explicações sejam diferentes e parciais daquelas que se mostram através destes exercícios propostos tanto pela PNL quanto por terapias como as Constelações Familiares, etc. Perceba o quanto desconhecemos de nós mesmos:

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/308663/sapos-em-principes
Passamos por um período em que não fazíamos mais nada a não ser transes hipnóticos muito, muito profundos. Veio uma vez um homem dizendo que havia toda sorte de coisas interpondo-se em seu caminho para atingir a felicidade. Eu disse: "Você gostaria de me dizer quais são estas coisas?" E ele disse: "Não, eu quero entrar em transe e mudar tudo de uma vez, e é por isso que vim procurar hipnose". Portanto, aceitando seu comportamento, efetuei uma indução, coloquei-o num transe profundo, mandei embora sua mente consciente, e disse: "Quero falar em particular com sua mente inconsciente". Eu não tenho a menor ideia do que isso significa, porém, quando o dizemos às pessoas, elas o fazem. Elas conversam conosco e não é aquela que esteve falando antes, pois ela sabe de coisas que a primeira não sabia. Se eu criei essa divisão ou se ela já estava lá, não tenho ideia. Apenas pedi que ela acontecesse e recebi o que queria. 

Neste caso particular, sua mente consciente – para expressá-lo do modo mais bonito possível – era oca. Entretanto, seus recursos inconscientes eram incrivelmente inteligentes.

 
Então eu disse: "O que quero saber de você, uma vez que você sabe dele muito mais do que eu, é quais são as mudanças necessárias em seu comportamento?" 

A resposta que obtive foi: "Ele é um homossexual". "Qual é a mudança que ele precisa fazer?"
"Ele precisa mudá-la porque está toda baseada em cima de um erro". 

"De qual erro?" 

Foi a seguinte a explicação que obtive de sua mente consciente: a primeira vez que ele tivera a oportunidade de reafirmar-se fisicamente, em termos de tentar defender-se da violência, foi quando ele tinha cinco anos e tivera sido levado a um hospital para uma extração de suas amígdalas. Alguém colocou a máscara de éter em seu rosto e ele tentou empurrá-la para longe e lutar enquanto cedia ao peso do anestésico. A anestesia ficou ancorada à sensação de estar zangado. Depois disso, toda vez que ele começava a sentir-se zangado ou amedrontado, e começava a brigar contra alguma coisa, seu corpo amolecia. Em resultado disso, sua mente consciente decidiu que ele era um homossexual. Ele estava vivendo como homossexual há mais ou menos vinte e cinco anos. 

Seus recursos inconscientes disseram: "Você não deve permitir que sua mente consciente saiba deste erro, porque saber disso irá destruí-lo". E eu concordei com isso. Não havia necessidade de que ele soubesse que durante vinte e cinco anos havia sido trapaceado em todos os seus relacionamentos. A única coisa importante era que ele deveria fazer uma mudança, porque ele queria se casar, mas não podia se casar com uma mulher porque sabia que era um homossexual. Sua mente consciente não iria de modo algum permitir-lhe a conscientização do fato de que havia cometido aquele engano, pois isso faria de sua vida inteira um engano, um erro e essa informação o destruiria por completo. Seu inconsciente queria dar-lhe a ilusão de que havia ultrapassado o.problema da homossexualidade e adquirido novos comportamentos. 

Então, fiz um acordo com sua mente inconsciente de que ele iria florescer como pessoa heterossexual e fazer as mudanças como resultado de uma experiência espiritual. Sua mente inconsciente concordou que essa era a melhor forma de realizar a coisa. Ele se modificou sem nenhuma representação consciente tanto da sessão de hipnose quanto das mudanças que depois se deram. Ele acredita que a coisa foi resultado de uma experiência com drogas: fumou maconha e teve uma experiência cósmica. Ele pressupôs que foi a qualidade do fumo e não uma sugestão pós-hipnótica. Isto lhe serviu para realizar as mudanças que desejava. 

Há muitas partes das pessoas que fazem esse mesmo tipo de coisa. Uma determinada parte não quer que a mente consciente saiba o que está se passando, porque acredita que esta não consegue enfrentar a informação e essa parte pode tanto estar certa quanto errada. Algumas vezes já trabalhei com pessoas com cujas partes entrei em acordo para que elas permitissem à mente consciente ir lentamente tomando consciência de alguma coisa, um pouco de cada vez, para descobrir se realmente essa mente consciente pode ou não enfrentar essa situação. E, em geral, essa parte descobria que a mente consciente poderia aceitar a informação. Em outras oportunidades, recebi um enfático "Não, de forma nenhuma irei fazer isso. Não quero que a mente consciente fique sabendo. Irei modificar todos os comportamentos, mas não irei informar nada disso à mente consciente". E as pessoas mudam mesmo. A maioria das mudanças ocorre de qualquer forma a nível inconsciente.

Sapos em Príncipes, Richard Bandler e John Grinder


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

018 - biologia da crença - bruce lipton P6

Agora que o DNA havia atingido o status de super-estrela da ciência, o desafio seguinte era criar um catálogo de todas as estrelas genéticas no firmamento humano. Iniciou-se, então, em 1980, o projeto Genoma Humano, um esforço científico global para classificar todos os genes de nossa composição orgânica. 

Tratava-se de um projeto ambicioso e de grandes proporções. Convencionou-se que o corpo precisava de um gene-modelo para cada uma das 100 mil proteínas que compõem nosso corpo e também de mais 20 mil genes reguladores para orquestrar a atividade de codificação das proteínas. Os cientistas concluíram que o genoma humano deveria conter um mínimo de 120 mil genes entre nossos 23 pares de cromossomos. 


Mas não era só isso. Parecia que os cientistas estavam no meio de uma piada cósmica, o tipo daquela que acontece sempre que alguém acha que descobriu os segredos do universo. Imagine o impacto que Nicolau Copérnico causou ao anunciar em 1543 que a Terra não era o centro do universo como pensavam os cientistas-teólogos da época. O fato de que era a Terra quem gravitava ao redor do Sol e o de que nem mesmo o Sol era o centro do universo colocaram em xeque os ensinamentos da Igreja. As descobertas de Copérnico deram início à revolução científica ao desafiar o conceito de "infalibilidade" da Igreja e fizeram com que a ciência a substituísse como fonte de conhecimento e de descoberta dos mistérios do universo. 


Os geneticistas também tiveram um grande choque ao descobrir que, ao contrário de sua estimativa de 120 mil genes, o genoma humano tem apenas 25 mil (Pennisi, 2003a e 2003b; Pearson, 2003; Goodman, 2003). Mais de 80 por cento do que se presumia ser DNA simplesmente não existe! A falta desses genes causou mais impacto do que se poderia supor. O conceito de gene e proteína únicos era o princípio básico do determinismo genético. Com isso, o projeto Genoma Humano veio abaixo e todos os nossos conceitos sobre o funcionamento básico da vida tiveram de ser revistos. Não era mais possível continuar acreditando que a engenharia genética iria resolver todos os dilemas biológicos. Não há genes suficientes para compor um quadro tão complexo quanto a vida ou as doenças humanas.



O verme primitivo Caenorhabditis serve de modelo perfeito para o estudo do papel dos genes no desenvolvimento e no comportamento dos seres. E um organismo que cresce e se desenvolve com muita rapidez, tem um corpo de padrão preciso composto de exatamente 969 células e um cérebro muito simples de 302 células. 



No entanto, apresenta um repertório único de comportamento e é bastante dócil para o trabalho em laboratório. Têm aproximadamente 24 mil genes (Blaxter, 2003). O corpo humano, composto de mais de 50 trilhões de células, contém apenas 1500 genes a mais que este microscópico e humilde ser. 

 A mosca-das-frutas, outro espécime preferido dos cientistas para este tipo de estudo, possui 15 mil genes (Blaxter, 2003; Celniker et al., 2002). Portanto, esta pequena mosca, de organismo muito mais complexo, tem nove mil genes a menos que o primitivo verme Caenorhabditis. E quando se trata de comparar homens e ratos a situação é ainda mais crítica. Teremos de passar a tratá-los com mais dignidade, pois os resultados dos projetos genoma paralelos revelam que humanos e roedores têm aproximadamente o mesmo número de genes!

Biologia da Crença. Bruce H. Lipton.


O vídeo a seguir "The Living Matrix" apresenta um resumo das teorias – comprovadas – que aparecem no livro de Lipton. Alias este documentário vai além, mostrando o que o Dr. Eric Pearl chama de Cura Reconectiva, que será assunto em breve.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

017 - a verdade da vida v5.146

Abandone o "é preciso ser assim..." 

Achar que "tem de ser desta ou daquela maneira" é obstinação da inteligência superficial. A pessoa estabelece uma lei e passa a ter a obstinação de que "precisa ser de tal maneira". E por causa disso, se ela desrespeitar um pouquinho essa lei, o seu corpo ou se enfraquece, ou fica doente. Porém, quando abandona a obstinação com que está segurando algo na mente, a pessoa obtém a liberdade que é inata ao ser humano — descobre o seu "eu originariamente livre", que pode viver sem regras pré-estabelecidas. Quando a sra. Kudo compreendeu que "o homem consegue viver mesmo sem comer", antiteticamente a comida que parava no esôfago começou a passar para o estômago. Aqui está o segredo para vivificar a Vida do homem — a fórmula secreta para curar todas as doenças: no momento em que deixam de existir todos os "é preciso...", é recuperada a liberdade da Vida, que estava sendo tolhida pelo "é preciso..." feito pela própria pessoa. 


A esposa daquele professor secundário que há pouco mencionei curou-se em três dias da doença que o médico dissera requerer dois anos de repouso no litoral, quando ofereceu todo o patrimônio e o próprio marido a Deus, desfez-se da obstinação com que pensava "precisa ser assim", e abandonou todos os juízos da sabedoria superficial do homem, declarando que jamais se queixaria, aconteça o que acontecer. Aparentemente, as doenças dessas duas senhoras foram curadas por diferentes tipos de despertar espiritual, mas na verdade foi o mesmo. 

Como a pessoa decide tudo segundo seu juízo de que "precisa ser assim", quando não acontece assim, surgem as queixas, surge o medo, e, como reflexo da mente que perdeu a calma, ocorre a estagnação da corrente sanguínea, ou produzem-se toxinas no sangue. Mas quando se desfaz essa obstinação de que "precisa ser assim", mesmo que não ocorra o esperado, não surgem nem a queixa nem o medo; consequentemente, a mente se toma dócil, a Vida adquire a liberdade e recupera a saúde.

 
A respeito do tempo de sono do homem, por exemplo, no ensino de fisiologia da escola antiga, ministrava-se a lei autorrestritiva de que "O homem precisa dormir oito horas por dia". As pessoas que receberam essa educação escolar muitas vezes ficavam presas a essa lei feita pelo próprio homem e, quando se desviavam dessa norma, eram castigadas pelo seu próprio subconsciente e ficavam cansadas ou doentes. No momento em que o indivíduo rompe a lei autorrestritiva do "precisa", inventada pelo homem, desaparecem do seu subconsciente as prescrições do tipo "se não proceder assim, ficarei enfraquecido ou serei condenado à doença"; portanto, ele já não ficará debilitado nem contrairá doença, mesmo sem tomar providência alguma. 

Eu conheço um estudante secundário que teve pleurite tempos atrás. Acreditando não ser capaz de resistir a uma sobrecarga de estudos porque tivera pleurite, esse estudante já tinha desistido de continuar os estudos, quando teve contato com a Seicho-No-le e aprendeu que "o homem é filho de Deus, é isento de doença, e seu corpo não precisa de tempo determinado de sono. 

O 'precisa' é uma lei que o homem fixou voluntariamente em seu pensamento; portanto, se romper esse 'precisa' com a mente, não se cansará por menor que seja o período de sono". Depois disso, esse estudante adquiriu confiança em sua saúde e, decidindo recuperar o tempo perdido e ingressar numa escola de nível superior, passou a estudar todos os dias até duas ou três horas da madrugada. Acordava às 6 horas e, tomando a refeição matinal apressadamente, corria para a escola. Assim, ele passou a levar uma vida sobrecarregada e não condizente com a lei da saúde, de acordo com o senso comum. No entanto, essa sobrecarga não prejudicava nem um pouco a sua saúde e, ao contrário, ele foi aumentando de peso cada vez mais. Por isso, os seus colegas comentavam: "O seu corpo é incrível! Quando não dorme, fica mais saudável e engorda mais!" De fato, ele estava se comportando contra a "lei da saúde" comum. 

Entretanto, originariamente, Deus não determinou nenhuma lei da saúde que deva ser seguida à risca. Trata-se de uma lei da saúde do mundo humano que a mente da pessoa fixou; portanto, se a mente dela decidir "A partir de hoje, vou determinar como lei o seu inverso", o "inverso da lei da saúde" é que passa a ser a lei.

 Para esse estudante, foi-se tomando lei da saúde estudar até duas ou três horas da madrugada, em vez de dormir longas horas de sono improdutivo. Em suma, isso aconteceu porque ele conheceu a Verdade pregada pela Seicho-No-le e, dando uma reviravolta, criou em sua mente uma nova lei da saúde segundo a qual "o homem fica mais saudável quanto mais estuda". No momento em que a pessoa, abolindo a lei da saúde do "precisa ser" criada pela obstinação de sua mente, conhecer a Verdade de que "sem precisar ser desta ou daquela maneira o homem já é sadio", conquistará o verdadeiro princípio da saúde.
Bem, voltemos ao assunto anterior: enquanto a sra. Kudo segurava na mente a corriqueira lei da saúde de que "o ser humano precisa comer, caso contrário não consegue viver", mesmo que ela ingerisse alimento, devolvia-o e não passava nada para o estômago; mas, ao conhecer a Verdade de que "o homem não vive graças à comida, mas sim graças à Vida de Deus" lendo repetidamente durante um mês os dois exemplares da revista Seicho-No-le, abandonou totalmente aquela "lei da saúde" e, ao contrário, curou-se do câncer e o estômago passou a receber os alimentos. 

Aqui está a A Verdade da Vida que devemos conhecer. Às vezes surgem questões como: "Então, se o homem não é mantido pelo alimento, ele não precisaria comer nada, não?". Mas o certo não é a pessoa comer em razão da ideia fixa de que "se não comer, não poderá sobreviver", mas sim pela ideia de que "o alimento lhe chega naturalmente à boca, obedecendo ao fluir da Vida de todo o Universo, sem precisar de artifício algum". Quando é assim, come-se mas ao mesmo tempo não se está comendo; não se está lutando desesperadamente por comer. 

A esposa daquele professor de curso secundário já mencionado curou-se quando decidiu "entregar tudo a Deus até o patrimônio e o próprio marido" e, embora continuasse possuindo-os, resolveu reconhecer que não era seu egoísmo pessoal que os possuía. É tudo a mesma coisa: Comer sem comer, possuir sem possuir. Isto se torna evidente quando se compreende que a matéria é originariamente "nada", e que este Inundo material é uma ilusão.
Voltando o caso da sra. Kudo, o sr. Katsumi Sato, apôs ter sido avisado pelo médico de que ela não viveria além daquele inverno, ficou na expectativa do aviso de sua morte quando chegou o auge do inverno. Não é que ele estivesse desejando a morte da sra. Kudo, mas estava se preparando para isso. No entanto, ficou sabendo por uma carta dela que tinha se curado lendo a revista Seicho-No-le e que, com a saúde recuperada, ela estava traba-lhando ativamente, fato que o surpreendeu. Curioso em conhecer essa revista que só de se ler cura a doença desenganada pela medicina, escreveu à sra. Kudo dizendo que desejava lê-la, e ela mandou-lhe aquela revista Seicho-No-Ie. O sr. Sato, ao lê-Ia, ficou ainda mais surpreso (os artigos publicados na revista Seicho-No-le daquela época estão compilados no atual livro sagrado A Verdade da Vida). O sr. Sato antigamente seguia o cristianismo, e ultimamente vinha seguindo a filosofia da Sutra de Lótus, como o mais elevado ensinamento de Sakyamuni. Porém, o ensinamento da Sutra de Lótus era extremamente sutil e ele não conseguia compreendê-lo de maneira clara. 

No entanto, ao ler a revista Seicho-No-le, ao mesmo tempo que se esclareciam todas as Verdades de difícil compreensão da Sutra de Lótus (mais tarde, o sr. Sato se empenhou no estudo comparativo da Sutra de Lótus com A Verdade da Vida, e publicou A Interpretação da Sutra de Lótus), compreendia-se de maneira perfeita o significado das palavras da Bíblia que ele antigamente seguia. 

E ficou admirado com o fato de a religião estar sendo apresentada não como simples ensinamento para o espírito, mas de modo a possibilitar que o despertar espiritual seja aplicado no cotidiano. Anteriormente falei do casal que se reconciliou depois que conheceram a Seicho-No-Ie e compreenderam que a seita Temi e a seita Shin, na essência, pregavam a mesma Verdade; porém, no caso do sr. Sato, ficou comprovado que a Seicho-No-le revela a essência da Sutra de Lótus e a verdadeira doutrina do cristianismo. 

Creio que com isso ficou claro que a Seicho-No-Ie não está preocupada em se afirmar como mais uma seita; por isso, pode ser introduzida em qualquer religião, e as pessoas de qualquer religião podem aderir à Seicho-No-le, sem abandonar a sua religião.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

016 - as sete leis espirituais do sucesso

Como ter sucesso? É possível obter a prosperidade através da doação? O que é carma e como atua em nossa vida? Como desapegar de coisas que nos proporcionam uma falsa segurança? Leia sobre as Sete Leis Espirituais para a obtenção de sucesso em sua vida.

Como criar riquezas ilimitadas?
O sucesso na vida pode ser definido como “a expansão contínua da felicidade e a realização progressiva de objetivos que sejam compensadores”. O sucesso, que inclui a criação de riquezas, só é considerado possível com a participação de outras pessoas.

Existem muitos aspectos para se obter o sucesso e os bens materiais são apenas um dos seus componentes. Não podemos nos esquecer que o sucesso também reside na boa saúde, na disposição e energia, no entusiasmo pela vida, nos relacionamentos compensadores e na paz de espírito.

Como definir as Leis Espirituais?
Entende-se por Lei Espiritual “o processo pelo qual o não-manifesto torna-se manifesto”, ou seja, aquele que transforma algo. Tudo o que podemos perceber pelos sentidos pode ser transformado. As leis espirituais representam o processo da divindade em movimento ou “a consciência em movimento”. Ao compreender essas leis e aplicando-as em nossa vida, é provável que qualquer coisa que desejamos possa ser criada. Conheça a seguir as sete leis espirituais do sucesso.

1° Lei: Lei da Potencialidade Pura
Essa Lei se apoia no fato de que somos “consciência pura”, ou seja, abertos a todas as possibilidades. Significa “conhecer-se de verdade” e não ser o que os outros desejariam que você fosse. Quando sua alma está imune à crítica e não teme os desafios, você passa a atrair não só as coisas que mais deseja, mas também as pessoas, situações e circunstâncias que possam lhe interessar.
Como aplicar essa lei? Além de fazer uso da plena criatividade, evite o julgamento (inclui o religioso) e se entregue diariamente aos momentos de silêncio. A quietude é o primeiro requisito para que seus desejos se manifestem. Dessa maneira, você terá uma pista sobre seus relacionamentos, que funcionam como um reflexo da sua personalidade.

2° Lei: Lei da Doação
No universo nada é estático e opera através de trocas dinâmicas. Qualquer interrupção nessa circulação de energia significa o mesmo que cessar o fluxo do sangue. Praticar essa lei é muito simples: se quer alegria, dê alegria aos outros. Se você deseja o amor, aprenda a dar amor. Anseia-se por atenção, aprenda a dar atenção. Se quiser bens materiais, ajude os outros a se tornarem bem sucedidos. A mera ideia de ajudar ou oferecer algo em troca – até mesmo uma oração, tem o poder de afetar a vida das pessoas.

3° Lei: Lei do Carma
A palavra carma significa “o conjunto das ações dos homens e suas consequências”. É a causa e efeito simultaneamente, porque toda ação gera uma força energética que retorna para nós da mesma forma. Carma implica em escolha e ações conscientes. Portanto, a melhor maneira de entender e utilizar ao máximo a lei do carma é ficar conscientemente alerta para as escolhas que você faz a todo o momento. Quer você goste ou não, tudo o que acontece é resultado das escolhas feitas no passado. Se a sua vida não vai bem, pergunte a si mesmo: “Qual a mensagem que o universo está me transmitindo”? Portanto, seja um gerador consciente para obter mais felicidade e sucesso.

4° Lei: A Lei do Mínimo Esforço
Essa Lei se fundamenta no fato de que a inteligência da natureza funciona com tranquilidade, facilidade e sem ansiedade. Portanto, desarme-se da necessidade de convencer ou persuadir os outros sobre seu ponto de vista. Esse é o princípio da mínima ação, da não resistência. O mínimo esforço é feito quando suas ações não anseiam em ter o poder sobre as pessoas. Em “A arte de sonhar”, Carlos Castañeda escreveu: “Nossa energia é usada para sustentar a nossa empáfia. Se conseguíssemos perder um pouco disso, liberaríamos nossa energia que tenta preservar a noção ilusória de grandeza e teríamos energia sobrando para vislumbrar a verdadeira grandeza do universo”.

5° Lei: Lei da Intenção e do Desejo
A mudança acontece através de dois fatores: a atenção e a intenção. A atenção energiza e a intenção, transforma. Quando você concentra sua atenção em alguma coisa, ela fica mais forte na sua vida. Quando a afasta, ela desaparece. A intenção organiza a realização do seu desejo e o universo irá cuidar dos detalhes.
Suas intenções e desejos liberados no espaço silencioso têm um grande poder para a obtenção de um bom resultado.

6° Lei: Lei do Distanciamento
A sexta Lei Espiritual se refere ao desapego. As pessoas buscam constantemente segurança. O apego está baseado no medo e insegurança derivados da pobreza da consciência. A segurança é algo muito efêmero e sua busca, ilusão. Por mais estranho que pareça, a incerteza é um terreno fértil para a criatividade e a liberdade. O desconhecido é o campo de todas as possibilidades, que está contido nos problemas que você tem na vida.

7° Lei: Lei do Darma
A palavra Darma vem do sânscrito e significa “propósito de vida”. Segundo a Lei do Darma, assumimos uma forma física para cumprir um propósito na vida. De acordo com essa lei, cada pessoa tem um talento singular e uma maneira única de expressá-lo, já que existe algo que você consegue fazer melhor do que qualquer um.


Não somos seres humanos que têm experiências espirituais. Ao contrário, somos seres espirituais que tem experiências humanas. Se desejar fazer pleno uso da Lei do Darma, deverá assumir alguns compromissos, entre eles, ficar atento as seis Leis Espirituais anteriormente descritas.